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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Teste para a epicondilalgia medial do cotovelo


Descrição
Este teste tem o objetivo de determinar a presença epicondilalgia medial do cotovelo.
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Técnica
Com o paciente sentado, o cotovelo a 90º de flexão o antebraço supinado e o punho em flexão, o fisioterapeuta palpa o epicôndilo medial, e oferece resistência à supinação, desvio radial e flexão do cotovelo e punho. O teste é considerado positivo se este movimento provocar a dor do paciente na face medial do cotovelo.

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Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 234-235. 

Teste de Mill

Descrição
O objetivo deste teste é determinar a presença de um epicondilalgia lateral do cotovelo.

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Técnica
O fisioterapeuta deve palpar o epicôndilo lateral, enquanto passivamente faz pronação do antebraço, flexão do punho e extensão do cotovelo. O teste é considerado positivo se reproduzir a dor na face lateral do cotovelo.

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Testes combinados
Este teste pode ser combinado com o teste de Cozen para o diagnóstico de epicondilalgia lateral do cotovelo.


Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation. 2nd edition." St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 232.




Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



Teste de Cozen

Descrição
Este teste é utilizado para determinar a presença de epicondilalgia lateral do cotovelo.
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Técnica
Estabilizar o antebraço do paciente e instruí-lo para  fechar o punho, fazer pronação do antebraço, desvio radial, e extensão do punho. Em seguida, o fisioterapeuta palpa o epicôndilo lateral e, com a outra mão aplica uma força de para flexão do punho contra a resistência do paciente. O teste é considerado positivo se for reproduzida a dor na face lateral do cotovelo.

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Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 232.



Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Teste do quadrante da anca

Descrição
O teste do quadrante é utilizado para verificar se existe uma patologia não específica da anca. Este teste é também utilizado para detectar se existe uma degeneração precoce da anca.
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Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para cima. O terapeuta fica no lado da perna a testar. De seguida flexiona a anca até aos 90° de flexão e coloca pressão sobre a perna no sentido proximal.
Na primeira parte do exame do terapeuta deve levar a perna para adução mantendo a pressão, progressivamente até um pouco antes da anca levantar da mesa. Na segunda parte do exame do terapeuta faz o mesmo mas no sentido da abdução. O teste é considerado positivo se o paciente refere alguma dor. O teste também é positivo se o terapeuta sentir qualquer crepitação ou se há um sentimento de final de movimento duro ou perda de amplitude de movimento.
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Precisão do teste
O teste de quadrante da anca tem uma sensibilidade de 75% e uma especificidade de 43% em pacientes com dor na virilha.


Outros testes para a articulação coxofemural





Teste de Ely ou teste de Duncan-Ely

Descrição
O teste de Ely é utilizado para avaliar a espasticidade do reto femoral.
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Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para baixo e relaxado. O terapeuta está de pé ao lado do paciente, do lado da perna que irá ser testada. Uma mão deve estar na parte inferior das costas, a outra a segurar a perna pelo calcanhar. Passivamente deve flexionar o joelho de uma forma rápida. O calcanhar deve tocar as nádegas. Ambos os lados devem ser testados para comparação. O teste é positivo quando o calcanhar não chega a tocar na nádega, a anca do lado testado se eleva da mesa, o paciente sente dor ou formigueiro nas costas ou pernas.
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Precisão do teste
Estudos mostram que o teste de Ely tem uma sensibilidade que varia entre 56% a 59% e a especificidade de 64% a 85%.


Marks M C, Alexander J, Sutherland D H, Chambers H G. (2003) Clinical utility of the Duncan-Ely test for rectus femoris dysfunction during the swing phase of gait. Developmental Medicine. Child Neurology 2003, 45: 763–768



Outros testes para a articulação coxofemural




Teste de Ober e Ober modificado

Descrição
O teste de Ober é utilizado para avaliar se existe contratura ou inflamação do tensor da fáscia lata e banda iliotibial.
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Técnica
Existem duas variantes do teste:
Teste de Ober: O paciente encontra-se deitado sobre o lado não envolvido com a anca e joelhos fletidos a 90º. O examinador coloca o joelho superior num ângulo de 5º de flexão, e pega no membro inferior trazendo-o para extensão e abdução da anca, então, permite que a força da gravidade atue sobre o membro trazendo-o o máximo possível para adução.
Teste de Ober modificado: O mesmo que o anterior, no entanto a anca fica na posição neutra e o joelho a 0º de flexão.
Se houver lesão da banda iliotibial, a anca estará limitada no movimento de adução e/ou o paciente sentirá dor na face lateral do joelho, neste caso, o teste é considerado positivo.

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Precisão do teste
Num estudo realizado por Reese e col. a fiabilidade foi 0,90 e 0,91, no teste de Ober e Ober modificado  respectivamente, para lesões na banda iliotibial.



Nancy B. Reese, William D. Bandy. Use of an Inclinometer to Measure Flexibility of the Iliotibial Band Using the Ober Test and the Modified Ober Test: Differences in Magnitude and Reliability of Measurements. J Orthop Sports Phys Ther 2003; 33:326-330

Wang T-G, Jan M-H, Lin K-H, Wang H-K. Assessment of stretching of the iliotibial tract with Ober and modified Ober tests: an ultrasonographic study. Archives of physical medicine and rehabilitation 2006;87:1407-11.



Outros testes para a articulação coxofemural




Teste de Thomas

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar retrações anteriores ou laterais da cápsula articular da coxofemoral ou contratura dos flexores da anca.
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Técnica
O paciente deve deitar-se de barriga para cima, o examinador deve verificar se existe aumento da lordose  lombar, que é um sinal de contratura dos flexores da anca. Se seguida o examinador flexiona a coxofemoral  contralateral, trazendo o joelho para o peito e pede ao paciente para o segurar. O teste é positivo quando a perna que ficou para baixo se eleva na marquesa. A falta de extensão completa da anca com uma flexão do joelho menor que 45° indica contratura do iliopsoas. Se a extensão total da anca é alcançada e se verifica uma extensão do joelho, indica contratura do reto femoral. Se for observada qualquer rotação externa da anca pode indicar contratura da banda iliotibial.
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Teste combinado de flexão, adução, rotação interna (FAIR)

Descrição 
Este teste é utilizado para detetar compressão do nervo ciático pelo músculo piramidal.
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Técnica
O paciente encontra-se deitado de lado, com o quadril a ser testado virado para cima. Passivamente mova o membro inferior do paciente para flexão (90º), adução e rotação interna. Um teste positivo ocorre quando é reproduzida dor na região isquiática/glútea. Devido à posição de teste, pode surgir dor na parte anterior da coxa, resultado de compressão acetabular femoral, para ter certeza do diagnóstico deve pedir que o paciente indique o local exato da dor, antes de executar o teste.
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Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 88% e especificidade 83% para diagnosticar síndrome do piramidal.



Fishman LM, Dombi GW, Michaelsen C, Ringel S, Rozbruch J, Rosner B, Weber C. "Piriformis syndrome: Diagnosis, treatment and outcome-a 10-year study." Arch Phys Med Rehab 2002, 83:295-201.

Jari S, Paton RW, Srinivasan MS. "Unilateral limitation of abduction of the hip: A valuable clinical sign for DDH?" J Bone Joint Surg 2002; 84-B: 104-107.

Neumann, Donald. Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation. 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 498.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Teste de Jerk

Descrição
Este teste é utilizado na suspeita de instabilidade póstero-inferior do ombro.

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TécnicaEnquanto estabiliza da omoplata do paciente com uma mão e segura o braço a ser testado a 90° de abdução e rotação interna, o examinador segura o cotovelo e axialmente aplica carga sobre o úmero no sentido proximal. O braço é movido horizontalmente no sentido do corpo. Um resultado positivo define-se por um súbito clank quando a cabeça do úmero desliza para fora da parte de trás da glenóide. Quando o braço retorna à posição original, um segundo clank pode ser sentido, que corresponde à cabeça do úmero a retornar à glenóide.


Outros testes ao ombro


segunda-feira, 25 de março de 2013

Teste de stress em varo do joelho


Descrição
Este teste é usado para avaliar a integridade do ligamento colaterial lateral. O ligamento colateral lateral é importante para resistir à força em varo no joelho devido da sua inserção ao longo do fémur e cabeça do perónio. Como o nervo peronial localizado ao redor da cabeça do perónio, qualquer lesão em varo do joelho poderá lesar o nervo peronial também. 
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Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga para cima, com a perna a testar relaxada. O examinador deve passivamente dobrar a perna a cerca de 30º de flexão. Enquanto palpa a linha lateral da articulação, o examinador deverá aplicar uma força em varo ao joelho do paciente. Um teste positivo ocorre quando se observa dor ou movimento excessivo da articulação (algum deslizamento lateral é normal a 30º de flexão do joelho). O examinador deve certificar-se que não produziu uma rotação da anca durante a aplicação da força. Em seguida, o examinador deve repetir o teste com o joelho na posição neutra (0 º de flexão). O teste  é positivo quando se observa dor ou deslizamento lateral. 
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Precisão do teste 
A sensibilidade do teste de stress em varo do joelho é de 25% para o diagnóstico de lesões no ligamento colateral lateral.

Harilainen A. "Evaluation of knee instability in acute ligamentous injuries." Ann Chir Gynaecol 1987, 76 (5) :269-273.


Outros testes ao joelho



Teste de stress em valgo do joelho


Descrição
Este teste é usado para avaliar a integridade do ligamento colateral medial do joelho (LCM). O ligamento colateral medial é importante para resistir à força em valgo no joelho devido à sua inserção ao longo do fémur, menisco e da tíbia. O LCM também desempenha um papel importante na restrição da rotação externa da tíbia.
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Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga par cima, com a perna a testar relaxada. O examinador deve passivamente dobrar a perna a cerca de 30º de flexão. Enquanto palpa a linha articular medial, o examinador deverá aplicar ao joelho do paciente uma força em valgo. Um teste positivo ocorre quando se observa dor ou movimento excessivo da articulação (algum deslizamento lateral é normal a 30º de flexão do joelho). O examinador deve certificar-se que não produziu uma rotação da anca durante a aplicação da força. Em seguida, o examinador deve repetir o teste com o joelho na posição neutra (0 º de flexão). O teste  é positivo quando se observa  dor ou deslizamento lateral. Não deve haver nenhum deslizamento lateral na extensão completa do joelho.
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Precisão do teste
A 30º de flexão a sensibilidade do teste de stress em valgo do joelho é de 86-96% para o diagnóstico de lesões no ligamento colateral medial.



Garvin GJ, Munk PL, AD Vellet. "Tears of the medial collateral ligament: magnetic resonance imaging findings and associated injuries." Assoc Can J Radiol 1993; 44 (3): 199-204.

Harilainen A. "Evaluation of knee instability in acute ligamentous injuries." Ann Chir Gynaecol 1987, 76 (5): 269-273.





terça-feira, 19 de março de 2013

Teste de Pivot-Shift


Descrição
O teste de Pivot-Shift é utilizado para avaliar a integridade do ligamento cruzado anterior (LCA).
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Técnica
O doente encontra-se de barriga para cima. O examinador deve levantar a perna testada com o joelho totalmente estendido, colocar a palma de uma das mãos por trás da cabeça da tíbia e usar a outra mão para agarrar a tíbia, enquanto palpa a linha articular medial. Enquanto mantém uma força em valgo e rotação interna da tíbia durante o teste, lentamente flexionar o joelho do paciente. Um teste positivo ocorre quando o prato tibial lateral começa a subluxar anteriormente e volta para a posição neutra quando flexiona o joelho até cerca de 30 graus.
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Sensibilidade e fiabilidade
Os três testes mais precisos para a detecção de uma rutura do LCA são o teste de Lachman (sensibilidade de 60 a 100%, média 84%), o teste de gaveta anterior (sensibilidade de 9 a 93%, média 62%), e o teste de pivot-shift (sensibilidade de 27 a 95%, com média de 62%).Se realizado corretamente, um exame completo do joelho para avaliar uma suspeita de lesão do LCA pode ser altamente preciso, com uma sensibilidade e especificidade de 82 e 94%, respectivamente.


Solomon DH, et al. The rational clinical examination. Does this patient have a torn meniscus or ligament of the knee? Value of the physical examination. JAMA. 2001, 286 (13) :1610-1620.





Teste de gaveta anterior


Descrição
O teste de gaveta anterior é comumente usado para testar a integridade do ligamento cruzado anterior (LCA). Este é um dos mais conhecidos e mais utilizados exames especiais em ortopedia e é também um dos mais fáceis de executar.
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Técnica
O teste é realizado com o paciente deitado de barriga para cima, com os joelhos dobrados a cerca de 90º. O examinador senta-se em ambos os pés do paciente e coloca suas mãos em torno da tíbia superior da perna a examinar. Os polegares de ambas as mãos devem ficar na tuberosidade anterior da tíbia. A partir desta posição o examinador puxa a tíbia para si. Este teste é considerado positivo se houver translação anterior excessiva e uma sensação de fim de movimento mole, que é indicativo de que o movimento é parado não pelo LCA, mas sim por estruturas secundárias. O examinador deve fazer o mesmo teste com a outra perna como comparação. 
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Sensibilidade e fiabilidade
Os três testes mais precisos para a detecção de uma rutura do LCA são o teste de Lachman (sensibilidade de 60 a 100%, média 84%), o teste de gaveta anterior (sensibilidade de 9 a 93%, média 62%), e o teste de pivot shift (sensibilidade de 27 a 95%, com média de 62%).
Se realizado corretamente, um exame completo do joelho para avaliar uma suspeita de lesão do LCA pode ser altamente preciso, com uma sensibilidade e especificidade de 82 e 94%, respectivamente.


Solomon DH, et al. The rational clinical examination. Does this patient have a torn meniscus or ligament of the knee? Value of the physical examination. JAMA. 2001, 286 (13) :1610-1620.



Outros testes ao joelho



Teste de McMurray


Descrição
O teste de McMurray é usado é usado para avaliar pacientes com suspeita de lesão nos meniscos do joelho.
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Técnica
Com o paciente deitado de barriga para cima, o examinador segura o joelho e palpa a linha interarticular com o polegar de um lado e os dedos do outro, enquanto que a outra mão segura a planta do pé e actua de modo a suportar o membro e proporcionar o movimento desejado. Neste caso o examinador em seguida, aplica uma tensão de valgo ao joelho, enquanto que, com a outra mão, roda externamente a perna e estende o joelho. Dor e/ou um estalido enquanto executa esta manobra pode indicar uma rutura do menisco medial. Para examinar o menisco lateral, o examinador repete esse processo mas aplica um uma força para varo no joelho e rotação medial da tíbia antes de estender o joelho mais uma vez.
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Sensibilidade e fiabilidade
Uma recente meta-análise relatou valores de sensibilidade e especificidade de 70% e 71%. Este teste foi, por conseguinte, muitas vezes referido como sendo de limitado valor na prática clínica atual. No entanto, se os resultados positivos neste teste forem agrupados com os resultados positivos de outros testes, como o teste de Apley, o teste pode ser mais válido.


Hegedus EJ, Cook C, Hasselblad V, Goode A, McCrory DC. (2007) Physical examination tests for Assessing the torn meniscus in the knee: a systematic review with meta-analysis. Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy, 37 (9), 541-50



Outros testes ao joelho



quarta-feira, 13 de março de 2013

Teste de Rent

Descrição
Este teste é utilizado para identificar uma possível lesão da coifa dos rotadores, no ombro.
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TécnicaO paciente está sentado com o examinador de pé atrás de si. Com o paciente relaxado, o examinador deve palpar a margem anterior do acrómio, através do deltóide. Ao fazer isto deve agarrar o braço do paciente com a outra mão no cotovelo/antebraço (o cotovelo do paciente deve estar fletido a 90º). Rode internamente e externamente o braço do paciente para palpar os tendões da coifa dos rotadores. A presença de eminência palpável ou proeminente (grande tuberosidade) e/ou depressão/sulco é indicativa de rutura de espessura completa.
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Precisão do testeWolf e Agrawal relataram sensibilidade e especificidade de 95,7% e 96,8%, respectivamente e uma precisão de diagnóstico de 96,3%.

Teste de Neers

Descrição
Este teste é comummente usado para identificar a síndrome do conflito subacromial.
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Técnica
O examinador deverá estabilizar a omoplata do paciente com uma mão, enquanto flexiona e roda internamente o braço a ser testado com a outra. Se o paciente referir dor nesta posição, então o resultado do teste é considerado como positivo.
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Outros testes ao ombro



Teste de Kim

Descrição
Este teste é utilizado na deteção de uma lesão da região posterior do labrum glenoideu.
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Técnica
  1. Com o paciente em posição sentada, com o braço 90º de abdução, o examinador segura o cotovelo e face lateral do braço, aplicando força no sentido axial.
  2. Após o braço ser elevado mais 45º na diagonal para cima, é aplicada força para baixo e para trás.
  3. Um início súbito de dor na região posterior do ombro indica um resultado positivo, independentemente de ser acompanhada de clank posterior da cabeça do úmero.
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Testes combinados
A sensibilidade do teste de Kim para a deteção de uma lesão da região posterior do labrum glenoideu foi de 80%, e a especificidade de 94%.
A precisão do Teste de Jerk na detecção de uma de instabilidade póstero-inferior do ombro foi a seguinte: sensibilidade de 73%, especificidade de 98%.
Neste estudo o teste de Kim foi mais sensível na detecção de uma lesão do labrum, predominantemente inferior, enquanto que o teste de Jerk foi mais sensível na detecção de uma lesão do labrum, predominantemente posterior. A sensibilidade para a detecção de uma lesão posteroinferior do labrum aumentou para 97% quando estes dois testes foram combinados.



Outros testes ao ombro