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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fraturas do esterno


A caixa torácica, formada pela coluna vertebral, pelo esterno e pelas costelas serve de protecção a órgãos internos sensíveis, como o coração, pulmões e fígado.
As fracturas do esterno já foram relacionadas a alta morbilidade, com mortalidades de 25-45%, devido a lesões associadas. Contudo, a literatura recente revela que a taxa de morbilidade pode ser menor, mas continua a ser necessária toda a atenção ao avaliar e tratar pacientes com esta lesão.
A maioria das fracturas do esterno são causadas por traumatismo torácico fechado. No entanto têm sido observadas cada vez mais fracturas de stress (devido a melhores meios de diagnóstico) em golfistas, levantadores de peso, e outros participantes de desportos de contacto. 
Estas fracturas também podem acontecer espontaneamente, devido à diminuição da densidade óssea em pacientes com osteoporose ou osteopenia (particularmente em idosos), por terapia com esteróides por longo período de tempo, ou por síndrome postural estrutural grave.
Devido aos órgãos que estão próximos, as fracturas no esterno podem causar problemas secundários como atelectasia e pneumonia. Quando existem múltiplas fracturas a função do músculo diafragma e das articulações costovertebrais poderá estar afectada, causando insuficiência ventilatória. Fragmentos do esterno podem também actuar como objectos penetrantes, causando hemotórax ou pneumotórax.

Sinais e sintomas/ Diagnóstico

  • Dor na região frontal do peito ou na área superior do tórax
  • Dor ao tossir e respirar profundamente
  • Inchaço e hematomas na região da fractura
  • Sensibilidade ao toque na área da fractura

Muitas vezes as fracturas que mantêm o alinhamento do osso não são visíveis no raio-X, pelo que é essencial uma boa avaliação clínica tórax e articulações esternoclaviculares para ajudar no diagnóstico de uma fractura do esterno. Exames adicionais (TAC ou RM) podem ser necessários para confirmar o diagnóstico.

Tratamento

        Para as fracturas em que os dois topos da fractura estão desalinhados o ortopedista realizará o realinhamento da fractura por manipulação cuidadosa sob anestesia; para as fracturas em mais que um local do osso, geralmente o tratamento é cirúrgico, por fixação interna (utilizando placas e parafusos) para estabilizar a fractura. Ambas as situações são seguidas de imobilização por um período não inferior a 4 semanas. As fracturas que mantêm o alinhamento do osso são geralmente tratadas de forma conservadora, através de repouso e analgésicos/anti-inflamatórios.
No período após imobilização deve ser iniciado um programa de fisioterapia. As técnicas que revelam maior eficácia nesta condição:
Descanso: Evite caminhar ou estar muito tempo de pé. Evite movimentos exagerados da coluna vertebral.
Analgésicos e anti-inflamatórios não-esteróides poderão ser receitados pelo médico para controlar o processo inflamatório e aliviar as dores.
Mobilização articular dos membros superiores de forma a manter as amplitudes articulares e força muscular
Exercícios respiratórios e de expansibilidade torácica permitem a mobilização da caixa torácica sem provocar demasiada pressão sobre a estrutura óssea.

Exercícios terapêuticos para fracturas do esterno

Os seguintes exercícios são geralmente prescritos durante a reabilitação, por tratamento conservador, de uma fracturas do esterno, e após a confirmação de que a fractura está consolidada. Deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia e apenas na condição de não causarem ou aumentarem os sintomas.


Adução das omoplatas
Em pé ou sentado, com os cotovelos dobrados. Puxe os ombros e cotovelos para trás e para baixo. Mantenha a posição durante 8 segundos. Retorne lentamente à posição inicial.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.






 Extensão da coluna torácica
Sentado, com as mãos atrás da cabeça. Inspire fundo enquanto roda os cotovelos para fora e alonga o tronco nas costas da cadeira. Expire lentamente, retornando à posição inicial.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.




Antes de iniciar estes exercícios você deve sempre aconselhar-se com o seu fisioterapeuta.


sábado, 5 de janeiro de 2013

Fractura de Colles


O rádio e o cúbito em conjunto formam os ossos do antebraço. O cúbito é o osso que se estende ao longo do antebraço pelo lado do dedo mindinho, enquanto o rádio fica do lado exterior, ou do dedo polegar
As fracturas da extremidade distal (próximo ao punho) destes ossos são razoavelmente comuns (cerca de um quarto de todas as fracturas de membros) e muitas vezes têm associadas lesões ligamentares, como resultado de um traumatismo, como uma queda com os braços estendidos à frente do corpo.
Estas fracturas são mais comuns em crianças e adultos jovens, especialmente se estiverem envolvidos em actividades de risco, como desportos radicais ou desportos de contacto. Também se tornam mais comuns com o avançar da idade, em parte devido à idade avançada estar relacionada a um risco aumentado de quedas e em parte por causa da osteoporose.
A fractura de Colles define-se pela perda total de continuidade da extremidade distal do rádio, a cerca de 4 cm da superfície articular do punho. A fractura de Colles resulta numa posição característica da mão (demasiado para trás e para fora em relação ao antebraço).
A existência de osteoporose deve ser considerada/avaliada em todas as fracturas de Colles, e estas deverão ser encaradas como um forte factor de risco para uma fractura do colo do fémur, uma das fracturas mais frequentes no idoso e com uma taxa de morbilidade maior.

Sinais e sintomas/ Diagnóstico

  • Por vezes o paciente ouve o ruído da fractura no momento da lesão
  • Dor intensa, inchaço e sensibilidade no punho
  • Normalmente existe história de queda com os braços estendidos à frente do corpo
  • Deformidade característica e visível, com um desvio da mão para trás e para o lado.

O diagnóstico de uma fractura de Colles é essencialmente clínico e bastante evidente devido à deformação ser visível. No entanto é essencial uma boa avaliação clínica do cotovelo, punho e ombro para descartar outras lesões, como a fractura da apófise estilóide do cúbito ou a fractura da cabeça do rádio
Pela força do impacto também outras estruturas poderão estar lesadas, pelo que é fundamental avaliar a função vascular e nervosa. Um raio-X é geralmente necessário para confirmar o diagnóstico e avaliar a gravidade da lesão. No caso de haver suspeita de lesão de outras estruturas, exames adicionais (TAC, RM ou ecografia) podem ser necessários.

Tratamento

Nas fracturas de Colles o tratamento imediato consiste imobilização da fractura e estabilização do paciente para realizar o raio-X.
Logo que o ângulo de deformação e lesões associadas forem confirmados no resultado do raio-X, o médico poderá optar por dois tipos de intervenção:
A redução da fractura (realinhamento dos topos ósseos) sob anestesia, que deve ser tentada o mais cedo possível. A manobra envolve tracção dos topos da fractura e um movimento forçado para a frente e para dentro (o sentido oposto ao da deformidade).
No caso de a fractura envolver mais do que um fragmento ósseo ou houver risco considerável de lesão nervosa durante a redução poderá ser executada a fixação através de placa e parafusos.
Após ambos os procedimentos é realizado novo raio-X para confirmar o alinhamento ósseo e o antebraço e mão serão imobilizados com gesso ou tala gessada por um período de cerca de 6 semanas. Durante a imobilização é importante que faça exercícios suaves de mobilidade com os dedos e com o cotovelo, de forma a prevenir limitações graves.
No período após imobilização com gesso ou tala deve ser iniciado um programa de fisioterapia. As técnicas que revelam maior eficácia nesta condição:
  • Exercícios para melhorar a amplitude articular. Estas fracturas estão frequentemente associadas a limitações articulares do punho pós-imobilização e síndrome do túnel cárpico, principalmente nos idosos. Técnicas de facilitação neuromuscular proprioceptiva e de alongamento activo são fundamentais para prevenir grandes limitações.
  • Estimulação proprioceptiva do punho e mão através da manipulação de objectos.
  • A aplicação de calor antes dos exercícios para aumentar a irrigação sanguínea e de gelo no final para prevenir sinais inflamatórios.
  • Massagem de mobilização dos tecidos moles.
  • Educação do paciente e plano de retorno gradual à actividade.

Exercícios terapêuticos para as fracturas do rádio

Os seguintes exercícios são geralmente prescritos após a confirmação de que a fractura está consolidada. Deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia e apenas na condição de não causarem ou aumentarem os sintomas.



Flexão/extensão do punho
Com o antebraço apoiado. Dobre o punho, ficando com a palma da mão virada para si e os dedos para baixo. Rode o punho para cima, ficando a palma da mão virada para a frente e os dedos para cima. 


 Desvio radial/desvio cubital
Com o antebraço e mão apoiados, rode a mão para fora e depois para dentro.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma. 




 Propriocepção do punho
Agarrando uma bola na mão, faça movimentos circulares com o punho enquanto pressiona a bola.
Repita entre 20 e 30 movimentos, desde que não desperte nenhum sintoma.




Antes de iniciar estes exercícios você deve sempre aconselhar-se com o seu fisioterapeuta.

sábado, 27 de outubro de 2012

Dor nas costas (dor lombar)


Como é constituída a sua coluna


A sua coluna vertebral é composta por 30 ossos colocados um sobre o outro, formando uma coluna. Cada um destes ossos é chamado de vértebra. Vista de lado, à medida que passa através da parte superior do peito, a sua coluna vertebral tem uma curvatura natural para a parte de trás do corpo (torácica), que é equilibrada por uma curvatura semelhante para a frente das vértebras inferiores (lombar) e superiores (cervical). Vista por trás a sua coluna vertebral deve estar perfeitamente alinhada e vertical.

  As articulações e os discos fibrosos entre as vértebras da sua cervical permitem-lhe inclinar, girar e dobrar o seu pescoço. As articulações e os discos entre as vértebras, sobretudo as da coluna lombar, permitem-lhe dobrar, girar e inclinar o tronco.
No entanto existem vários fatores que podem contribuir para o surgimento de dor na região lombar:

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Hérnia discal (Veja mais aqui)

Consiste numa rutura de um dos discos da coluna vertebral (“almofadas” de tecido fibroso entre as vértebras), e pode causar dor nas costas.


Alterações degenerativas na coluna (Veja mais aqui)

 À medida que os anos passam, os discos tornam-se mais achatados e menos flexíveis. Sem o amortecimento que estes discos normalmente fornecem, as articulações entre as vértebras pressionam firmemente uma contra a outra. Isto pode causar dor nas costas e rigidez.

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Osteoporose (Veja mais aqui)

 Com o avançar da idade, a quantidade de cálcio nos seus ossos diminui, diminuindo a sua densidade e tornando-os mais porosos e quebradiços - uma condição conhecida como osteoporose.



Contracturas musculares (Veja mais aqui)

As contracturas musculares são disfunções comuns, que afectam a fáscia e podem afectar um único músculo ou um grupo muscular inteiro. Formam-se pontos dolorosos (pontos específicos localizados no músculo que se assemelham a um nódulo e que são extremamente sensíveis à palpação).


Existem vários outros fatores que podem provocar dor lombar, como uma gravidez, ou doenças que não estejam relacionadas com o aparelho locomotor, pelo que o ideal, caso as dores nas costas se tornem mais frequentes, será que consulte o seu médico de família ou fisioterapeuta.
Pode ver aqui guidelines para o tratamento de dor lombar com origem no sistema musculo-esquelético. 


sábado, 20 de outubro de 2012

Dia Mundial da Osteoporose 2012


Hoje celebra-se o dia Mundial da Osteoporose!

Pare na primeira, faça com que a sua primeira fractura seja a última! é o tema escolhido pela Fundação internacional de osteoporose para comemorar este dia. Se faz parte dos grupos de risco para desenvolver esta condição clínica esteja atento, proteja a sua saúde e faça uma consulta de esclarecimento no seu médico de família.

Veja o vídeo promocional:


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sábado, 6 de outubro de 2012

Osteoporose

A osteoporose é a perda da densidade óssea e a diminuição da espessura do tecido ósseo e ao longo do tempo, associada a um risco aumentado de fracturas. A osteoporose significa literalmente que o osso fica mais poroso.
O osso é feito de fibras de colagénio e minerais. É um tecido vivo e contém células que produzem, mantêm e reabsorvem osso. Inicialmente, à medida que as crianças crescem, a formação de novo tecido ósseo excede a reabsorção. Mas, à medida que envelhecemos, isto inverte-se e, após cerca de 45 anos de idade, começamos a perder material ósseo, tornando os ossos menos densos e menos fortes. A quantidade de perda óssea pode variar, se for significativa pode dar-se o nome de osteoporose. A osteoporose aumenta o risco de fracturas, especialmente se sofrer uma queda. Se tiver um grau mais leve de perda óssea, isto é considerado como osteopenia.
Com o envelhecimento, homens e as mulheres têm maior risco de desenvolver osteoporose, especialmente após os 60 anos de idade. No entanto, as mulheres perdem material ósseo mais rapidamente do que os homens, especialmente após a menopausa quando os níveis de estrogénio caem. O estrogénio é uma hormona e ajuda a proteger contra a perda óssea.
Outros factores podem aumentar o risco de osteoporose:
  • Tomar ou ter tomado medicação cortiosteroide (como a prednisolona) por três meses ou mais.
  • Ser fumador
  • Défices de cálcio e/ou vitamina D (devido a uma má alimentação e/ou pouca exposição à luz solar).
  • Nunca ter praticado exercício físico com regularidade.
  • Condições médicas, como por exemplo, uma tiróide hiperactiva, síndrome de Cushing, doença de Crohn, insuficiência renal crónica, artrite reumatóide, doença crónica do fígado, diabetes tipo 1, entre outras.

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Sinais e sintomas/ Diagnóstico

A osteoporose geralmente desenvolve-se lentamente ao longo de vários anos sem qualquer sintoma. No entanto, após uma certa quantidade de perda óssea, pode ocorrer o seguinte:
  • Uma fractura óssea, após uma pequena lesão, como uma queda no solo (a partir da altura de uma cadeira normal ou menos). Este tipo de fracturas é mais comum acontecer no colo do fémur (na anca), no punho (fractura de colles) e vértebras (ossos que compõem a coluna vertebral).
  • Perda de altura (a perda de massa óssea pode fazê-lo perder entre 3 e 6 cm), dor persistente nas costas e postura característica (curvado para a frente)

O diagnóstico da osteoporose é normalmente feito pelo seu médico, usando uma combinação de uma história clínica completa e exame físico. A densitometria óssea e exames laboratoriais especializados são normalmente necessários para confirmar o diagnóstico. É frequente a densitometria óssea ser realizada em mulheres em idade da menopausa, como medida preventiva.
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Tratamento

                A situação ideal é prevenir o aparecimento da osteoporose. Os conselhos que se seguem são para todos, particularmente se estiverem em maior risco de desenvolver osteoporose. Estes podem ajudar a prevenir, ou retardar, a perda óssea... Mesmo que já tenha osteoporose, as seguintes medidas podem ajudar a tentar diminuir a perda óssea.
Exercício físico
Exercício regular moderado ao longo da vida é o ideal, mas nunca é tarde para começar. Exercícios que obriguem à constante transferência de peso de uma perna para a outra, como caminhada, aeróbica, dança, corrida, são os ideais. Exercícios de fortalecimento muscular também são importantes. Para os idosos, uma caminhada regular é um bom começo. Deve tentar fazer trinta minutos de exercício, pelo menos 5 vezes por semana. Nota: a natação não qualquer efeito na osteoporose, pois neste exercício o peso do corpo não é sustentado pelas pernas, mas sim pela densidade da água.
Alimentação e dieta
Cálcio e vitamina D são importantes para a saúde óssea. O corpo precisa de um fornecimento adequado de vitamina D para absorver o cálcio que come ou bebe na sua dieta. Salmão cozido ou cavala cozida são boas fontes de vitamina D. Assim como o atum ou a sardinha (ambos enlatados em óleo). A vitamina D também é produzida pelo seu corpo após a exposição ao sol. A ingestão diária recomendada de cálcio em adultos com idade acima de 50 é, no mínimo, 1.000 mg por dia. As proteínas também são importantes na sua dieta e um grama por dia de proteína por quilo do seu peso corporal é recomendada.
Fumar e beber
Produtos químicos do tabaco podem entrar na corrente sanguínea e afectar os ossos, provocando a perda óssea. Se fumar, deve tentar fazer todos os esforços para parar. Além disso, deve tentar reduzir o consumo de álcool, se beber mais de três unidades de álcool por dia.
Terapia de reposição hormonal
A terapia de reposição hormonal (TRH), funciona à base de estrogénio. Apesar de ter sido amplamente utilizada, recentes investigações descobriram que a TRH a longo prazo pode aumentar o risco de cancro de mama e doenças cardiovasculares (doença cardíaca e acidente vascular cerebral), pelo que agora apenas é utilizada em mulheres que tiveram uma menopausa precoce.
Medicação
Bisfosfonatos: é a medicação mais comummente usada para tratar a osteoporose, e actuam directamente nas células produtoras de tecido ósseo. Estudos têm mostrado que esta medicação pode ajudar a restaurar algum osso perdido, e ajudar a prevenir a perda óssea, diminuindo o risco de fractura.
Suplementos de Cálcio e Vitamina D: o nosso corpo precisa de muito cálcio e vitamina D para formar os ossos. A menos que o médico tenha certeza de que você tem uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D, ele irá prescrever suplementos de cálcio e vitamina D, além de um dos medicamentos acima.

Exercícios terapêuticos para a osteoporose

Os seguintes exercícios são geralmente prescritos durante o tratamento para a osteoporose. Deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia e apenas na condição de não causarem ou aumentarem os sintomas.

 

Extensão resistida da anca
Em pé, apoiado numa cadeira, com um elástico à volta do tornozelo. Com a perna esticada e costas alinhadas, puxe o elástico para trás. Volte lentamente à posição inicial.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.


 

Fortalecimento dos flexores dos membros superiores
Em pé, segurando as pontas do elástico com ambas as mãos, rode os braços para fora até ficarem alinhados com o tronco. Soba os braços esticando o mais possível os cotovelos. Retorne lentamente à posição inicial.
Repita entre 8 e 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.




Caminhar
Mantenha uma rotina de caminhar pelo menos 20 a 30 minutos por dia. Tenha sempre atenção à sua postura e evite alterações no ritmo da marcha a não ser que sinta sintomas de cansaço.




Antes de iniciar estes exercícios você deve sempre aconselhar-se com o seu fisioterapeuta.