Mostrar mensagens com a etiqueta teste. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta teste. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 14 de maio de 2013

Teste de Cisalhamento posterior da sacroilíaca (POSH)

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar a dor proveniente da articulação sacro-ilíaca.
-->

Técnica
O paciente está deitado de barriga para cima. O fisioterapeuta deve estar de pé do lado a ser testado, estabilizando o sacro do lado oposto ao que está a testar com uma mão e aplicando força posterior sobre o fémur a testar com a outra mão, em diferentes ângulos de abdução e adução. O teste é considerado positivo se for reproduzida a dor na região da anca. Devido às forças que atravessam a articulação da anca o paciente pode relatar dor, mesmo se a patologia se localiza na anca e não na sacroilíaca.
-->

Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 80% e uma especificidade de 100% na avaliação da disfunção da articulação sacro-ilíaca.


Broadhurst N, Bond M. "Pain provocation tests for the assessment of sacroiliac joint dysfunction." J Spinal Disorders 1998; 11: 341-345.



Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



Teste de Quadrante Lombar


Descrição
Este teste utiliza-se para determinar se a coluna lombar é a fonte dos sintomas do paciente.
-->

Técnica
O paciente deve estar sentado, com os braços cruzados sobre o peito. O fisioterapeuta coloca a coluna lombar em hiperextensão (o examinador pode optar por manter a hiperextensão, colocando o joelho contra a coluna lombar), juntamente com a inclinação e rotação ipsilateral até ao final de movimento. De seguida o examinador aplica uma sobrepressão através dos ombros. O teste é considerado positivo se for reproduzida a dor que fez o paciente procurar tratamento.

-->




Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



Teste de Gaenslen

Descrição
O teste de Gaenslen tem o objetivo de avaliar a dor proveniente da articulação sacro-ilíaca.
-->

Técnica
O paciente está deitado de barriga para cima, a perna não testada é mantida em extensão, enquanto a perna testada é colocada em flexão máxima. De seguida o fisioterapeuta coloca uma mão na parte anterior da coxa da perna não testada e a outra mão sobre o joelho da perna testada para aplicar uma pressão para flexão máxima (posição alternativa é a região posterior da coxa, proximal ao joelho, para os pacientes que têm patologia no joelho ). O teste é considerado positivo quando se reproduz a dor lombar.
-->

Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 71% e uma especificidade de 26% para a avaliação da disfunção da articulação sacro-ilíaca.



Teste de resistência dos extensores lombares

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar a força e resistência dos extensores lombares do paciente.
-->

Técnica
O paciente dee estar deitado de barriga para baixo, com a parte superior do corpo e do abdómen para fora da extremidade da mesa. É colocado um travesseiro entre as ancas e a mesa para diminuir a lordose lombar. Os braços do paciente devem estar cruzados no peito e a coluna cervical deve manter-se em posição neutra. O examinador estabiliza as extremidades inferiores do paciente, enquanto o paciente mantém o tronco paralelo à superfície da marquesa o máximo de tempo possível, mas não mais do que 5 minutos. Note que, se o paciente tem fracos extensores da anca, é aconselhável estabilizar a pélvis durante o teste.
Apesar de o teste dizer para parar em 5 minutos, isso não significa que a norma é de 5 minutos.
-->

Teste de Compressão/Distração da Sacroilíaca

Descrição
Este teste pretende avaliar a influência das articulações sacroilíacas nos sintomas do paciente. 
-->

Técnica
O fisioterapeuta deve ficar parado ao lado do paciente, cruzar os braços e os colocar as mãos na face medial da crista ilíaca antero-superior do paciente. Uma pressão firme e rápida é aplicada numa direção externa bilateral e simultaneamente. O examinador então descruza os braços e coloca as mãos na face esterior das cristas ilíacas para aplicar uma força para dentro e para baixo. Dor indica um teste positivo.
-->

Precisão do teste
Para a compressão a sensibilidade é de 69% e a especificidade de 69%. Na distração a sensibilidade é de 60% e a especificidade é de 81%.



Laslett M, Aprill CN, McDonald B, Young SB. "Diagnosis of sacroiliac joint pain: validity of individual provocation tests and composites of tests." Man Ther. 2005 Aug;10(3):207-18.

Straight leg raise (sinal de Lasègue)

Descrição
Este teste é utilizado durante o exame físico para determinar se a dor lombar de que o paciente se queixa tem uma hérnia discal subjacente ou não, muitas vezes localizada em L5.
-->

Técnica
Com o paciente deitado de barriga para cima o fisioterapeuta eleva o pé do paciente, enquanto mantém o joelho em extensão. Se o paciente sentir dor no trajeto do nervo ciático, quando a perna está a um ângulo de 30º e 70º, então o teste é positivo e um disco herniado é a provável causa da dor.

-->

Precisão do teste
Uma meta-análise revelou que este teste tem uma sensibilidade de 91% e uma especificidade de 26%.




Waddell G, McCulloch JA, Kummel E, Venner RM (1980). "Nonorganic physical signs in low-back pain". Spine 5 (2): 117–25.
Rabin A, Gerszten PC, Karausky P, Bunker CH, Potter DM, Welch WC (2007). "The sensitivity of the seated straight-leg raise test compared with the supine straight-leg raise test in patients presenting with magnetic resonance imaging evidence of lumbar nerve root compression". Archives of physical medicine and rehabilitation 88 (7): 840–3.
Devillé WL, van der Windt DA, Dzaferagić A, Bezemer PD, Bouter LM (2000). "The test of Lasègue: systematic review of the accuracy in diagnosing herniated discs". Spine 25 (9): 1140–7.




Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



Teste de FABER (Patrick)

Descrição
Este teste tem o objetivo de avaliar se a origem da dor do paciente é a articulação sacro-ilíaca ou anca.
-->

Técnica
O paciente está deitado de barriga para cima, a perna a ser testada é colocada numa posição de "figura-4", em que o joelho é flectido e tornozelo é colocado em frente do joelho oposto. A anca é colocada em flexão, abdução e rotação externa (que é de onde vem o nome FABER). O examinador aplica uma força posterior contra a face medial do joelho. O teste é considerado positivo quando ocorre dor na virilha ou dor na nádega. Devido à força aplicada através da articulação da anca, o paciente pode experimentar dor na anca se a patologia se localiza nessa articulação.

-->

Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 71% e uma especificidade de 100%.



Broadhurst N, Bond M. "Pain provocation tests for the assessment of sacroiliac joint dysfunction." J Spinal Disorders 1998; 11: 341-345.



Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



Teste de Gillet

Descrição
Este teste tem como objectivo avaliar a limitação da mobilidade na região sacro-ilíaca.
-->

Técnica
O paciente deverá estar de pé. O examinador palpa a crista ilíaca postero-superior (EIPS) do lado a ser testado com uma mão e o processo espinhoso de S2 com a outro. O paciente deve flexionar a anca a 90º. O examinador deve sentir movimento inferior e lateralmente da EIPS em relação ao sacro. O teste é considerado positivo quando esse movimento está ausente. O examinador deve, então, comparar este lado com o lado oposto. Um método alternativo para o presente teste é palpar ambas as EIPS ao mesmo tempo e comparar a posição final.

-->

Precisão do teste
O teste de Gillet tem extremamente baixa confiabilidade, com uma sensibilidade de 8% e uma especificidade de 93%. Deve notar-se que movimento anormal da SI pode ser encontrado em pacientes assintomáticos, de modo que este teste não deve ser usado para diagnosticar a origem dos sintomas do paciente.



Levangie PK. "Four clinical tests of sacroiliac joint dysfunction: the association of test results with innominate torsion among patients with and without back pain." Phys Ther. 1999 Nov;79(11):1043-57. Web. 08/19/2012.

Meijne W, van Neerbos K, Aufdemkampe G, van der Wurff P. "Intraexaminer and Interexaminer of the Gillet Test." J Manipulative Physiol Ther. 1999 Jan;22(1):4-9. Web. 08/18/2012.




Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



sábado, 11 de maio de 2013

Teste de sentar activo

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar a força do tronco e dos flexores da anca. Este teste é útil para determinar a contribuição da musculatura abdominal e dos flexores da anca para os sintomas do paciente. A diminuição da força abdominal é um achado comum em indivíduos com dor lombar.
-->

Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga para cima, com os membros inferiores dobrados e os pés assentes no chão. O examinador deve estabilizar os pés do paciente. O paciente mantém os braços para a frente e realiza o movimento de sentar-se. Os dedos do paciente são para tocar (não segurar) ambos os joelhos e manter essa posição por 5 segundos. O teste considera-se positivo quando o paciente é incapaz de fazer o movimento ou de se manter nessa posição durante 5 segundos.

-->




Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



Teste de flexão anterior da lombar

Descrição
-->

Técnica
O paciente deve estar sentado. O examinador tem uma mão em cada espinha ilíaca postero-superior (EIPS). O paciente é solicitado a dobrar a coluna para a frente, enquanto o examinador compara o movimento de cada umas das EIPS. O teste é considerado positivo se for sentido maior movimento numa das EIPS em comparação com a outra.
-->

Precisão do teste
Este teste apresentou uma sensibilidade de 9% e uma especificidade de 93% no diagnóstico diminuição da mobilidade numa das articulações sacro ilíacas.
 Deve notar-se que pode encontrar-se défice de mobilidade da sacroiliaca  em pacientes assintomáticos, de modo que este teste não deve ser usado para fazer diagnóstico diferencial sobre a origem dos sintomas do paciente.



Flynn T, Fritz J, Whitman J, et al. "A clinical prediction rule for classifying patients with low back pain who demonstrate short-term improvement with spinal manipulation." Spine 2002; 27: 2835-2843.

Levangie PK. "Four clinical tests of sacroiliac joint dysfunction: the association of test results with innominate torsion among patients with and without back pain." Phys Ther. 1999 Nov;79(11):1043-57. Web. 08/19/2012.




Outros testes para o exame físico da lombar e sacroilíaca



sexta-feira, 3 de maio de 2013

Teste de Stress em Varo do cotovelo

Descrição

O objetivo deste teste é determinar a presença de uma lesão no ligamento colateral lateral do cotovelo.
-->


Técnica
O cotovelo afetado será colocado a 20º de flexão com o úmero em rotação medial e o antebraço em posição neutra, enquanto o fisioterapeuta palpa a interlinha articular lateral. De seguida o terapeuta aplica uma força em varo ao cotovelo. Se o paciente sente dor ou restrição de mobilidade em comparação com o outro cotovelo, o teste é considerado positivo.

-->




Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 178-179. 

Teste de Stress em Valgo do cotovelo

Descrição
O objetivo deste teste é determinar a presença de uma lesão no ligamento colateral medial do cotovelo.
-->

Técnica
O cotovelo afetado será colocado a 20º de flexão com o úmero em rotação lateral e o antebraço em posição neutra, enquanto o fisioterapeuta palpa a interlinha articular medial. De seguida o terapeuta aplica uma força em valgo ao cotovelo. Se o paciente sente dor ou restrição de mobilidade em comparação com o outro cotovelo, o teste é considerado positivo.
-->


Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 178-179. 

Teste de compressão do nervo cubital

Descrição
 O nervo cubital passa em frente à cabeça medial do tricípite braquial e no sulco ósseo no úmero (do túnel cubital). Estende-se a partir do epicôndilo medial ao olecraneo, perpendicular à aponevrose do flexor cubital do carpo. O objetivo deste teste é determinar a presença da síndrome do túnel cubital.
-->

Técnica
O paciente está em pé e o examinador flexiona passivamente o cotovelo a testar a cerca de 20º. De seguida, o examinador aplica uma firme pressão sobre o nervo cubital imediatamente proximal ao canal cubital e mantém essa pressão durante 60 segundos. O teste é considerado positivo se o paciente relata dormência e/ou formigueiro no trajeto do nervo cubital (aspecto cubital da mão).
-->

Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 89% e uma especificidade de 98% no diagnóstico da síndrome do túnel cubital.



Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 193. Print.

Novak CB, Lee GW, Mackinnon SE, Lay L. "Provocative testing for cubital tunnel syndrome." J Hand Surg (AM) 1994 September; 19(5):817-20.






Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



Teste para a epicondilalgia medial do cotovelo


Descrição
Este teste tem o objetivo de determinar a presença epicondilalgia medial do cotovelo.
-->

Técnica
Com o paciente sentado, o cotovelo a 90º de flexão o antebraço supinado e o punho em flexão, o fisioterapeuta palpa o epicôndilo medial, e oferece resistência à supinação, desvio radial e flexão do cotovelo e punho. O teste é considerado positivo se este movimento provocar a dor do paciente na face medial do cotovelo.

-->



Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 234-235. 

Teste de Extensão do cotovelo

Descrição
Este teste é utilizado com o objetivo de determinar se existe uma fratura óssea, derrame articular no cotovelo, ou bursite do olecrânio.
-->

Técnica
O fisioterapeuta dá instruções ao paciente para estender o seu cotovelo, tanto quanto possível. O fisioterapeuta avalia se a extensão total é ou não alcançada. Considera-se o teste positivo quando o paciente é incapaz de estender completamente o cotovelo.

-->

Precisão do teste
Este teste apresenta uma sensibilidade de 91% e uma especificidade de 70% no diagnóstico de fratura óssea ou derrame articular do cotovelo. De acordo com vários estudos, o teste de extensão do cotovelo é um teste rápido e confiável para descartar a possibilidade de fratura. Pode precisar de ser seguido de um raio-X, se não ocorrer extensão completa.


Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 173-175.

Hawksworth CR, Freeland P. "Inability to fully extend the injured elbow: an indicator of significant injury.Arch Emerg Med 1991 December; 8(4):253-256.





Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



Teste de Cozen

Descrição
Este teste é utilizado para determinar a presença de epicondilalgia lateral do cotovelo.
-->
Técnica
Estabilizar o antebraço do paciente e instruí-lo para  fechar o punho, fazer pronação do antebraço, desvio radial, e extensão do punho. Em seguida, o fisioterapeuta palpa o epicôndilo lateral e, com a outra mão aplica uma força de para flexão do punho contra a resistência do paciente. O teste é considerado positivo se for reproduzida a dor na face lateral do cotovelo.

-->

Neumann, Donald. "Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 232.



Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



Teste push-up para o cotovelo

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar a integridade do ligamento colateral radial do cotovelo. De acordo com Neumann, o complexo do ligamento colateral lateral do cotovelo envolve o ligamento colateral radial e o lateral (ulnar). Ambas as partes têm uma ligação comum ao epicôndilo lateral. Estes ligamentos ajudam a resistir às forças em varo e também proporcionam estabilidade póstero-lateral. Com a instabilidade póstero-lateral, é sentida apreensão com a rotação externa do antebraço devido ao aumento do risco de subluxação das articulações úmeroulnar e úmeroradial.
-->

Técnica
O paciente é instruído a sentar-se com os antebraços supinados e braços com maior abdução que a largura dos ombros. Em seguida o paciente deve estender completamente os cotovelos. Considera-se um teste positivo se se observa uma apreensão nos últimos graus de extensão do cotovelo, assim como relutância em avançar com o movimento.

-->



Neumann, Donald."Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation." 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 180-181. 



Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



Teste de compressão do bicípite

Descrição
Este teste é utilizado para determinar a presença de uma rutura do tendão bicípite braquial.
-->
Técnica
O paciente está sentado com o antebraço descansando no seu colo. O cotovelo é flexionado cerca de 60-80º com o antebraço levemente pronado. O fisioterapeuta fica do lado do membro superior a ser testado e aperta firmemente o bicípite com as duas mãos, uma mão na junção miotendinosa, e outra em torno do ventre do músculo. Quando o bicípite é comprimido, o ventre muscular afasta-se do úmero, causando um aumento do volume anterior do músculo. Considera-se que o teste é positivo quando há falta de supinação do antebraço, indicando rutura bicípite braquial.

-->

Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 96% e uma especificidade de 100% no diagnóstico de rutura do tendão bicípite braquial.




Outros testes para o exame físico da articulação do cotovelo



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Teste do quadrante da anca

Descrição
O teste do quadrante é utilizado para verificar se existe uma patologia não específica da anca. Este teste é também utilizado para detectar se existe uma degeneração precoce da anca.
-->
Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para cima. O terapeuta fica no lado da perna a testar. De seguida flexiona a anca até aos 90° de flexão e coloca pressão sobre a perna no sentido proximal.
Na primeira parte do exame do terapeuta deve levar a perna para adução mantendo a pressão, progressivamente até um pouco antes da anca levantar da mesa. Na segunda parte do exame do terapeuta faz o mesmo mas no sentido da abdução. O teste é considerado positivo se o paciente refere alguma dor. O teste também é positivo se o terapeuta sentir qualquer crepitação ou se há um sentimento de final de movimento duro ou perda de amplitude de movimento.
-->
Precisão do teste
O teste de quadrante da anca tem uma sensibilidade de 75% e uma especificidade de 43% em pacientes com dor na virilha.


Outros testes para a articulação coxofemural