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domingo, 1 de novembro de 2015

Recuperação após AVC: Dicas para o cuidador


Se está a cuidar de um sobrevivente de AVC, pode ter uma série de perguntas sobre se o seu ente querido irá recuperar e quais vão ser as suas necessidades nos meses e anos vindouros.


Primeiros passos para os cuidadores


Nas primeiras semanas após um acidente vascular cerebral, terá muito a aprender e a avaliar, de forma a definir como serão as coisas daí em diante.

Eduque-se. Um dos maiores obstáculos para os cuidadores é o conhecimento. Aproveite todas as oportunidades para aprender sobre a doença e o prognóstico. Participe em grupos ou programas de apoio que existam no hospital. Converse com a equipa de saúde sobre como será o processo de reabilitação.
Ter consciência do caminho que tem pela frente irá ajuda-lo a controlar receios infundados e a transmitir mais confiança ao seu familiar, para que ele consiga aplicar-se a 100% na recuperação.

Avalie as suas finanças. Apesar de em Portugal as despesas hospitalares serem comparticipadas quase na totalidade, antes da alta hospitalar há que decidir se o mais indicado é ser encaminhado para uma unidade da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados ou vir para casa com acompanhamento de equipas domiciliares. Existem frequentemente associações que também fazem trabalho de assistência na higiene e alimentação deste tipo de pacientes em casa, regra geral os custos variam em função dos rendimentos. No entanto, adaptações da casa, mobiliário adequado e todos os cuidados de fisioterapia, terapia ocupacional ou terapia de fala no domicílio dificilmente são comparticipados.

Participe do programade reabilitação. Participe em algumas sessões de fisioterapia para que possa apoiar o seu familiar durante a recuperação. Incentive o paciente a praticar novas habilidades, nem “saltar” sempre para ajudar. Não faça demais, seja solidário, e permita que o paciente faça as coisas por si mesmo. Mesmo pequenas realizações vão ajudar o seu ente querido a tornar-se mais auto-suficiente e confiante.
Lembre-se que você não pode fazer tudo. Tente ser realista consigo próprio acerca daquilo que pode suportar e daquilo com o que pode vir a precisar de ajuda.

Voltar a casa após um AVC


Considere a segurança. Pergunte ao fisioterapeuta/terapeuta ocupacional, se precisa fazer alguma coisa para tornar a casa mais segura. Pode precisar mover o quarto para outro andar para evitar escadas, livrar-se de tapetes para ajudar a prevenir quedas, ou colocar barras de apoio e assentos na sanita e chuveiro.

Esteja preparado para mudanças de comportamento ou de humor. Há uma série de emoções que surgem na sequência de um acidente vascular cerebral. Não ajuda dizer ao seu ente querido que sabe como ele se sente, porque na realidade você não tem como saber. Em vez disso, ofereça o seu amor, paciência e apoio. Pode ser difícil ver um ente querido sofrer, mas sentir dor/tristeza é uma das fases que é necessário ultrapassar no processo de aceitar a vida após um acidente vascular cerebral.

Esteja atento a sinais de depressão. 30% a 50% dos sobrevivente de AVC são afectados pela depressão. A depressão pode interferir com a recuperação. Peça ao seu médico que indique sinais/sintomas a que deve estar atento.

Conhecer os fatores de risco para um segundo AVC. Existe um risco mais elevado para um segundo acidente vascular cerebral, por isso é importante ajudar a minimizar esse risco. Prepare refeições saudáveis, baixo teor de gordura, incentive o exercício, torne a sua casa numa zona livre de fumo, e certifique-se que o seu familiar toma os medicamentos prescritos e vai às consultas médicas marcadas.

Cuide de si mesmo


Procure a ajuda de fontes externas. Obter ajuda externa pode fazer toda a diferença na sua capacidade de equilibrar a sua vida e as necessidades do seu ente querido. Outros membros da família ou amigos podem ser capazes de facilitar os cuidados por algumas horas por semana, ou pode querer considerar a contratação de um prestador de cuidados.

Não se "esgote". Se deixar que isso aconteça não irá conseguir fornecer ao paciente o amor e a ajuda que lhe pretende dar. Não é egoísta ter tempo para suas necessidades - é essencial e benéfico, tanto para você como para o paciente.
Seja paciente consigo, ninguém é um cuidador perfeito e você nunca fez isto antes, logo, terá muito a aprender.

Lembre-se que você tem o direito ao seu próprio tempo e atividades. Estudos mostram que os cuidadores também estão em risco para a depressão, especialmente se o sobrevivente de AVC tem demência. A depressão responde bem ao tratamento, então fale com o seu médico se acha que pode estar deprimido.


Lembre-se de rir. Humor pode ser a sua melhor defesa contra situações e sentimentos difíceis. Você está A carregar uma carga pesada e merece rir e sentir alegria, por isso é importante manter-se aberto para as coisas boas que a vida tem para oferecer.


Exercícios de Cawthorne-Cooksey modificados

Os órgãos do equilíbrio dos dois ouvidos trabalham juntos, enviando impulsos ao cérebro, sendo essenciais para a manutenção do equilíbrio da cabeça e do corpo. 

Danos num dos centros de equilíbrio (como acontece na doença de Meniére, na vertigem posicional paroxística benigna, na labirintite ou na perda bilateral de função vestibular) provocam muitas vezes vertigens ou tontura, que são muitas vezes acompanhadas de instabilidade, náuseas e vómitos. 
Embora esta condição possa ser muito assustadora, não é geralmente grave ou com risco de vida.
A finalidade dos exercícios é a construção de um mecanismo de tolerância no cérebro, que compensa o desequilíbrio entre os dois ouvidos. 
Os exercícios devem ser realizados persistentemente pelo menos 5 minutos, 3 vezes ao dia, e durante o tempo que os sintomas persistem. A repetição frequente dos exercícios normalmente irá levar a uma mais rápida melhoria nas tonturas e diminuição do desequilíbrio.

Não deve tentar executar todos os exercícios ao mesmo tempo. Em vez disso, é necessário executar um grupo de exercícios de cada vez, começando no topo da lista. Quando conseguir executar uma determinada secção de exercícios, sem se sentir tonto, deve proceder para o grupo inferior da página.
Retorno precoce às atividades físicas e desportivas também é uma parte importante do tratamento.

Sentado
1. Movimentos dos olhos (primeiro lentamente, depois rapidamente):
• para cima e para baixo
• de um lado para o outro
• foco no dedo com o braço estendido e mova lentamente dedo para o rosto até que a visão comece a ficar "embaciada".

2. Movimentos da cabeça (primeiro lentamente, depois rapidamente, mais tarde com os olhos fechados):
• dobrar para a frente e para trás
• de um lado para o outro.

3. Dobre para a frente e pegue objetos do chão.

De pé
1. Siga os passos 1 a 3 acima descritos mas em pé.
2. Mude de sentado para de pé com os olhos abertos e fechados.
3. Jogue uma pequena bola de uma mão para a outra (acima do nível dos olhos).
4. Levante e sente dando uma volta de 360º a meio do movimento.

A movimentar-se
1. Circule em torno de uma pessoa que lhe vai atirar uma bola à medida que roda à volta dela.
2. Caminhe numa sala com os olhos abertos e depois fechados.
3. Subir e descer uma rampa com os olhos abertos e depois fechados.
4. Subir e descer degraus com os olhos abertos e depois fechados.
5. Qualquer jogo envolvendo flexão à frente, alongamento e apontar, tais como ténis, basquetebol ou voleibol.


domingo, 25 de outubro de 2015

Plano de exercícios para fasceíte plantar

Aqui estão alguns exemplos de exercícios de reabilitação típicos para fasceíte plantar.
Comece cada exercício lentamente. Se começar a ter dor interrompa o plano.
O seu médico ou fisioterapeuta irão dizer-lhe quando pode começar estes exercícios e quais deles irão funcionar melhor para si.
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Alongamento da fascia com toalha











Alongamento dos gémeos e solear











Alongamento da fascia plantar e dos gémeos

Fortalecimento muscular com toalha

Fortalecimento muscular com berlinde


Os cuidados de acompanhamento são uma parte fundamental do seu tratamento e segurança. Não deixe de comparecer a todos os tratamentos de fisioterapia agendados.

Faça 
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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Plano de exercícios para capsulite adesiva do ombro

Aqui estão alguns exemplos de exercícios de reabilitação típicos para capsulite adesiva do ombro (ombro congelado).
Comece cada exercício lentamente. Se começar a ter dor interrompa o plano.
O seu médico ou fisioterapeuta irão dizer-lhe quando pode começar estes exercícios e quais deles irão funcionar melhor para si.
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1. Alongamentos da cervical

2. Rotações dos ombros




3. Flexão dos ombros



4. Rotação dos ombros



5. Rotação interna do ombro




 6. Mobilização das omoplatas













Os cuidados de acompanhamento são uma parte fundamental do seu tratamento e segurança. Não deixe de comparecer a todos os tratamentos de fisioterapia agendados.

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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Plano de exercícios para osteoartrose da anca

Aqui estão alguns exemplos de exercícios de reabilitação típicos para osteoartrose da anca.
Comece cada exercício lentamente. Se começar a ter dor interrompa o plano.
O seu médico ou fisioterapeuta irão dizer-lhe quando pode começar estes exercícios e quais deles irão funcionar melhor para si.
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1. Mobilização activa da bacia


2. Alongamento do piramidal

3. Abdução activa com os joelhos dobrados

4. Fortalecimento dos extensores da anca

5. Alongamento do quadricípite
6. Alongamento dos rotadores internos da anca

7. Fortalecimento dos nadegueiros
8. Exercício do garçon

9. Bicicleta estacionária

Os cuidados de acompanhamento são uma parte fundamental do seu tratamento e segurança. Não deixe de comparecer a todos os tratamentos de fisioterapia agendados.

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Plano de exercícios para fracturas do 5º metatarso

Aqui estão alguns exemplos de exercícios de reabilitação típicos para fracturas do 5º metatarso.
Comece cada exercício lentamente. Se começar a ter dor interrompa o plano.
O seu médico ou fisioterapeuta irão dizer-lhe quando pode começar estes exercícios e quais deles irão funcionar melhor para si. 
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1.  Alongamento dos gémeos (joelho de trás reto)

2. Alongamento dos gémeos (joelho de trás dobrado)

3. Apanhar berlindes

4. Enrugar a toalha

5. Inversão e eversão na toalha

6. Inversão resistida do tornozelo

7. Eversão resistida do tornozelo 


Os cuidados de acompanhamento são uma parte fundamental do seu tratamento e segurança. Não deixe de comparecer a todos os tratamentos de fisioterapia agendados.
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Plano de exercícios para espasmos musculares no pescoço

Aqui estão alguns exemplos de exercícios de reabilitação típicos para espasmos musculares no pescoço (torcicolos)
Comece cada exercício lentamente. Se começar a ter dor interrompa o plano.
O seu médico ou fisioterapeuta irão dizer-lhe quando pode começar estes exercícios e quais deles irão funcionar melhor para si.
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Alongamento do elevador da omoplata




Alongamento do trapézio superior

Rotações do pescoço

Retracção do queixo

Flexão do pescoço para a frente


Os cuidados de acompanhamento são uma parte fundamental do seu tratamento e segurança. Não deixe de comparecer a todos os tratamentos de fisioterapia agendados.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Plano de exercícios para lesões da coifa dos rotadores


Aqui estão alguns exemplos de exercícios de reabilitação típicos para lesões da coifa dos rotadores. Comece cada exercício lentamente. Se começar a ter dor interrompa o plano.
O seu médico ou fisioterapeuta irão dizer-lhe quando pode começar estes exercícios e quais deles irão funcionar melhor para si.
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Alongamento posterior



Alongamento costas acima


Alongamento acima da cabeça


Movimentos pendulares

Escalar a parede (de lado)

Escalar a parede (de frente)

Levantar o braço para o lado

Fortalecimento dos flexores e extensores do ombro

Fortalecimento dos rotadores internos

Fortalecimento dos rotadores externos

Flexões na parede

Exercício para a omoplata

Exercício para a omoplata 2


Os cuidados de acompanhamento são uma parte fundamental do seu tratamento e segurança. Não deixe de comparecer a todos os tratamentos de fisioterapia agendados.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Palmilhas para alívio da síndrome de dor patelofemoral

Objetivo: 

Identificar os pacientes com síndrome de dor patelofemoral mais susceptíveis de beneficiar do uso de palmilhas.

Norma:

Vicenzino, et al:

  1. Idade acima de 25 anos
  2. Altura inferior a 165 centímetros
  3. A pior dor ser menor de 53,25 milímetros (escala visual analógica de 100 milímetros)
  4. Diferença de largura do médio-pé  superior a 10,96 milímetros

Probabilidade de Sucesso: 

59,5% (2 ou + Variáveis), 85,5% (3 ou + Variáveis)

Barton, et al:

  1. Controlo de Movimento (média ponderada) maior do que 5.0 (motion control properties scale da Footwear Assessment Tool)
  2. Dor usual maior que 22,0 milímetros
  3. Dorsiflexão do tornozelo com o joelho flexionado maior do que 41,3º
  4. Redução da dor durante um agachamento numa só perna com as palmilhas

Probabilidade de Sucesso: 

41,0% (2 ou + Variáveis), 78,0% (3 ou + Variáveis)


Bibliografia

Barton CJ, et al. Clinical predictors of foot orthoses efficacy in individuals with patellofemoral pain. Br J Sports Med. 2010; 44(12): 862-6.

2. Vicenzino B, et al. A clinical prediction rule for identifying patients with patellofemoral pain who are likely to benefit from foot orthoses: a preliminary determination. Br J Sports Med. 2010; 44(12): 862-6.