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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Teste de compressão do carpo

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar pacientes com suspeita de síndrome do túnel cárpico.


Técnica
Com o braço do paciente em supinação, o examinador aplica pressão com os dedos sobre o nervo mediano no interior do túnel do carpo. Este situa-se imediatamente após a prega do punho. O teste é considerado positivo quando o paciente se queixa de dormência e formigueiro na distribuição do nervo mediano em menos de 30 segundos. O examinador deve registar o tempo de início dos sintomas.

Precisão do teste
Num estudo inicial este teste apresentou uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 90%  no diagnóstico da síndrome do túnel do carpo. Num estudo mais recente a sensibilidade foi de 52,5% e a especificidade de 61,8%.


Durkan JA. "A new diagnostic test for carpal tunnel syndrome." J Bone Joint Surg AM 1991 April; 73(4): 535-538.

Kaul MP, Pagel KJ, Wheatley MJ, Dryden JD. "Carpal compression test and pressure provocative tests in veterans with median-distribution paresthesias." Muscle Nerve 2001 January; 24(1): 107-111.


Outros testes para avaliar o punho e a mão


Teste de Allen

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar o fluxo de sangue arterial para a mão.

Técnica
O paciente deve estar sentado. O fisioterapeuta palpa e aplica pressão sobre as artérias radial e cubital no punho, usando três dedos em cada artéria. Isso obstruí o fluxo de sangue para a mão. Deve pedir ao paciente que aperte e abra a mão 10 vezes, terminando com a mão aberta, mas evitando a hiperextensão. A palma da mão deve, então, estar branca/pálida. O examinador então remove a pressão de uma artéria. Um teste positivo ocorre quando demora mais de 5 segundos para a cor (sangue) voltar à palma da mão. Repetir o processo para a outra artéria.


Precisão do teste
O teste de Allen apresenta uma sensibilidade de 75,8% e uma especificidade de 81,7% na avaliação do fluxo sanguíneo arterial na mão.

Allen EV. "Thromboangiitis obliterans: methods of diagnosis of chronic occlusive arterial lesions distal to the wrist with illustrative cases." Am J Med Sci 1929; 178: 237-244.


Outros testes para avaliar o punho e a mão


sábado, 6 de julho de 2013

Teste de Ege

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar pacientes com suspeita de lesão nos meniscos do joelho.
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Técnica
O paciente deve estar em pé. O fisioterapeuta deve instruir o paciente a rodar as pernas externamente (tipo Charlot) e agachar-se e subir lentamente. Depois deve rodar as pernas para dentro e repetir o agachamento e a subida lentos. O teste é considerado positivo se reproduzir dor e/ou crepitação no lado que está a ser testado.
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Manobra de Steinman

Descrição
Esta manobra é utilizada para avaliar pacientes com suspeita de lesão nos meniscos do joelho.
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Técnica
O paciente deve estar deitado na marquesa, de barriga para cima. O fisioterapeuta pega no membro inferior a testar, com uma mão no pé e outra palpando a inter-linha articular do joelho. Deverá flexionar o joelho aplicar rotação medial e lateral da tíbia sobre o fémur. De seguida testar o mesmo movimento em amplitudes de flexão progressivamente menores. O teste é considerado positivo se reproduzir dor medial durante a rotação lateral da tíbia ou reproduzir dor lateral durante a rotação medial da tíbia.
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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Teste do ligamento transverso da cervical

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar a integridade do ligamento transverso e a estabilidade cervical. Sempre que se deparar com um paciente que tem dor de garganta como resultado de trauma ou instabilidade cervical, deve inspecionar a integridade do ligamento transverso antes de quaisquer outras medidas de exame.
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Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga para cima. O fisioterapeuta deve colocar uma mão na região occipital com o dedo indicador sobre o espaço entre o processo espinhoso de C2 e protuberância occipital (onde repousa o arco posterior de C1). Colocar a outra mão sobre a testa. Levante a cabeça num plano vertical (não flexão). O teste é considerado positivo se o paciente experimenta alguma sensação de fraqueza, tontura, dormência, nistagmo, ou uma sensação estranha na parte de trás da garganta. Normalmente sente-se um fim de movimento bastante firme.
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Quando existir necessidade de fazer os dois testes, o teste Sharp-Purser deve ser realizada antes do Teste do ligamento transverso da cervical, porque o teste Sharp-Purser trabalha para reduzir os sintomas, enquanto o Teste do ligamento transverso da cervical trabalha para reproduzir os sintomas.


Aspinall W. "Clinical Testing for the Craniovertebral Hypermobility Syndrome." J Orthop Sports Phys Ther. 1990.


Outros testes para a coluna cervical



Teste de mobilidade postero-anterior segmentar da cervical

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar o movimento segmentar vertebral e o efeito que tem sobre os sintomas do paciente.
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Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para baixo. O fisioterapeuta deve colocar os polegares sobre o processo espinhoso da vértebra cervical a ser testado. Deve manter os cotovelos em estenção e diretamente sobre o segmento a ser testado. Aplique força dirigida anteriormente pelos polegares usando o seu tronco até que a dor ou o fim de movimento é alcançado. Determine a quantidade de movimento alcançado (hipomobilidade, normal, hipermobilidade) e/ou intensidade de dor. Repetir nos outros segmentos.

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Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 82% e uma especificidade de 79% no diagnóstico de lesões articulares da coluna cervical.


Sandmark H, Nisell R. "Validity of five common manual neck pain producing tests." Scand J Rehabil Med. 1995 Sep.

Outros testes para a coluna cervical


Teste Sharp-Purser

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar a integridade do ligamento transverso/instabilidade da coluna cervical superior.
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Técnica
Sentado, o paciente deve realizar ligeira flexão cervical. O examinador coloca uma mão na testa, enquanto a outra mão é colocada sobre o processo espinhoso de C2 (ambos os braços devem ficar paralelos ao chão). A força é aplicada posteriormente pela mão na testa, enquanto a mão sobre o processo espinhoso de C2 apenas se estabiliza. Um teste considera-se positivo se houver um movimento de deslizamento da cabeça ou uma diminuição nos sintomas (frequentemente sintomas neurais).
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Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 69% e uma especificidade de 96% na avaliação clínica de instabilidade atlantoaxial.


Aspinall W. "Clinical Testing for the Craniovertebral Hypermobility Syndrome." J Orthop Sports Phys Ther. 1990.
Uitvlugt G, Indenbaum S. "Clinical assessment of atlantoaxial instability using the Sharp-Purser test." Arthritis Rheum. 1988 Jul.

Teste de flexão craniocervical

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar a capacidade de utilizar os flexores cervicais profundos (Reto anterior da cabeça, Longo da Cabeça e Flexor Longo do Pescoço), sobretudo com pacientes com anteriorização da cabeça.
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Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga para cima. O fisioterapeuta pode usar uma braçadeira de medição de pressão sanguínea, insuflada inicialmente a 20 mmHg, colocada entre a curva lordótica da cervical e a superfície da mesa. Mantendo a parte de trás da cabeça estável, o paciente deve realizar flexão cervical de uma forma gradual, aumentando 5 mmHg a cada repetição (22, 24, 26, 28 e 30 mmHg). Cada posição é mantida por 10 segundos, com 10 segundos de descanso entre as repetições. A resposta normal é alcançar os 26-30 mmHg.

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Jull GA, O'Leary SP, Falla DL. "Clinical assessment of the deep cervical flexor muscles: the craniocervical flexion test." J Manipulative Physiol Therapy 2008 Sep 31.

Outros testes para a coluna cervical


Teste de inclinação e rotação da cervical

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar se a hipomobilidade da primeira costela está a contribuir para a dor do plexo braquial, como em casos de Síndrome do Desfiladeiro Torácico por exemplo.
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Técnica
O paciente encontra-se sentado. O fisioterapeuta deve rodar totalmente a cabeça do paciente para o lado não doloroso. Nesta posição deve tentar inclinar a cabeça tanto quanto possível para o lado doloroso. Se o paciente não conseguir inclinar a cabeça, o teste é considerado positivo.

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Lindgren KA, Leino E, Hakola M, Hamberg J. "Cervical spine rotation and lateral flexion combined motion in the examination of the thoracic outlet." Arch Phys Med Rehabilitation 1990 Apr.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Manobra de Spurling

Descrição
O objetivo desta manobra é avaliar se uma radiculopatia cervical está a contribuir para a dor do paciente.
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Técnica
O paciente deve estar sentado e inclinar a cabeça para o lado afetado. O fisioterapeuta aplica então uma força de compressão sobre o eixo axial, através da parte superior da cabeça. Reprodução da dor pode indicar radiculopatia cervical, especialmente quando combinado com outros testes. Note-se que a manobra não consiste numa sobrepressão à inclinação da cabeça, mas sim é uma compressão axial na posição de inclinação.
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Precisão da manobra
Esta manobra tem uma especificidade de 50% e uma sensibilidade de 88% no diagnóstico de radiculopatia cervical. Pode ser utilizada em conjunto com o teste de distracção da cervical, com o teste de tensão neural do membro superior (nervo mediano) e com a rotação ipsilateral do pescoço (inferior a 60º) para confirmar o diagnóstico de radiculopatia cervical.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Teste de distracção cervical

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar se a radiculopatia cervical está a contribuir para os sintomas do paciente.
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Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para cima. Coloque as mãos em torno dos processos mastóides do paciente ou coloque uma mão na testa e a outra na região occipital. De seguida deve flexionar ligeiramente o pescoço do paciente e puxar a cabeça em direção ao seu tronco, aplicando uma força de distração. Um teste positivo é quando os sintomas do paciente são reduzidos com a tracção.

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Precisão do teste
Este teste apresenta uma especificidade de 90% e uma sensibilidade de 44% no diagnóstico clínico de radiculopatias de origem cervical.


Wainner RS, Fritz JM, Irrgang JJ, Boninger ML, Delitto A, Allison S. "Reliability and diagnostic accuracy of the clinical examination and patient self-report measures for cervical radiculopathy." Spine (Phila Pa 1976) 2003 Jan 1.

Sinal de Bakody

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar suspeitas de radiculopatia cervical ao nível de C4-C6. Devido à ausência de critérios de diagnóstico para este teste, não deve ser usado para diagnóstico em quaisquer patologias.
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Técnica
O paciente deve estar sentado. Ou o fisioterapeuta ou o próprio paciente coloca a mão do paciente em cima da sua cabeça. A diminuição da dor indica um teste positivo.

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Teste da artéria vertebral

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar se uma possível oclusão da artéria vertebral está a contribuir para os sintomas do paciente, sendo que se o teste for positivo o paciente poderá sofrer de Insuficiência Vertebrobasilar.
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Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga para cima com a cabeça fora da marquesa. O fisioterapeuta deve  rodar, estender e inclinar para o mesmo lado a cabeça do paciente até ao final de movimento. De seguida pede para o paciente contar de 20 até 0, mantendo os olhos abertos. Os sintomas positivos incluem vertigem, diplopia, disartria, disfagia, desmaio, náuseas e vómitos, alterações sensoriais, nistagmo, etc.

--> Precisão do teste
Este teste tem uma especificidade entre 67-90%.


Outros testes para a coluna cervical


Teste de tensão neural do membro superior (ULNT) - nervo cubital

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar se a tensão neural é um factor causador dos sintomas do paciente. -->


Técnica
O paciente está deitado de barriga para cima, enquanto o fisioterapeuta está no lado do membro a ser testado, virado para a cabeça do paciente. Deve usar a mão mais próxima do paciente para deprimir o ombro. Deve usar a outra mão na mão do paciente para flexionar o cotovelo para cerca de 115º, com o antebraço pronado. Mantenha o pulso e os dedos do paciente estendidos. Rode lateralmente o ombro do paciente até ao fim da amplitude de movimento e abduza o ombro até que os sintomas neurais sejam reproduzidos. Se a dor/sintomas piorarem quando o paciente afastar a cabeça do lado a ser testado e abrandar quando junta a cabeça ao ombro do membro superior em teste terá um teste positivo.
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Teste de tensão neural do membro superior (ULNT) - nervo radial

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar se a tensão neural é um factor causador dos sintomas do paciente.
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Técnica
O paciente está deitado de barriga para cima, em posição diagonal em cima da marquesa, com o ombro fora da borda da marquesa. O fisioterapeuta está virado para os pés do paciente e usa mais próxima do paciente para deprimir o ombro. Deve usar a outra mão para agarrar a mão da paciente e colocar o braço a 10º de abdução e o cotovelo totalmente estendido. De seguida deve rodar medialmente o ombro, fazer pronação do antebraço e flexão do punho e dedos. Depois abduzir o ombro até que os sintomas neurais sejam reproduzidos. Se a dor/sintomas piorarem quando o paciente afastar a cabeça do lado a ser testado e abrandar quando junta a cabeça ao ombro do membro superior em teste terá um teste positivo.
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Outros testes para a coluna cervical


Teste de tensão neural do membro superior (ULNT) - nervo mediano

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar se a tensão neural é um factor causador dos sintomas do paciente, também pode ser associado a radiculopatia cervical.
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Técnica
O paciente está deitado de barriga para cima. O fisioterapeuta deve usar a mão mais próxima do paciente para deprimir o ombro a testar e fixar os nós dos dedos na marquesa para manter essa posição. Com a outra mão na mão do paciente deve rodar externamente e abduzir o ombro (cerca de 90º ou mais). Depois estender o cotovelo, enquanto o antebraço é supinado e o punho e dedos estendidos. Deve parar quando o paciente relatar sintomas neurais. Se a dor/sintomas piorarem quando o paciente afastar a cabeça do lado a ser testado e abrandar quando junta a cabeça ao ombro do membro superior em teste terá assim um teste positivo.
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Precisão do teste
Para a radiculopatia cervical a sensibilidade é de 50% e a especificidade é de 86%. Este teste, combinado com outros, pode ser importante no diagnóstico de patologias como a síndrome do desfiladeiro torácico e a síndrome do túnel do carpo.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Teste ao ligamento Alar na cervical

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar a integridade dos ligamentos alares e a estabilidade da coluna cervical superior. Deve ser utilizado sempre que um paciente se queixa de dor cervical como resultado de traumatismo.
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Técnica
Com o paciente deitado, coloque uma mão na região occipital e use a outra mão para palpar o processo espinhoso de C2. Incline ou rode a cabeça para um lado (deverá sentir o movimento do processo  espinhoso para o lado oposto). Repita no outro lado. A ausência de movimento do processo espinhoso  para o lado oposto pode indicar lesão ligamentar alar. Se bloquear o processo espinhoso de C2 estará a colocar sobre tensão o ligamento alar. Neste caso deve encontrar uma sensação de fim de movimento dura. Movimento significativo pode indicar lesão ligamentar.

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Osmotherly PG, Rivett DA, Rowe LJ. “Construct validity of clinical tests for alar ligament integrity; an evaluation using magnetic resonance imaging.” Physical Therapy 2012 May.
Aspinall W. "Clinical Testing for the Craniovertebral Hypermobility Syndrome." Journal of Orthopedic & Sports Physical Therapy 1990. 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Teste de thrust do sacro

Descrição
O objetivo deste teste é avaliar se a articulação sacro-ilíaca está ou não na origem dos sintomas do paciente.
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Técnica 
O paciente encontra-se deitado de barriga para baixo. O examinador aplica uma força firme postero-anterior em vários locais do sacro: base, vértice, e cada lado do sulco sacral. De seguida, o examinador aplica uma pressão cefálica sobre o sacro em cada posição: base e ápice (para aplicar pressão cefálica, primeiro comprimir os tecidos, em seguida, aplicar a força cefálica). O teste é considerado positivo se em algum dos locais de palpação forem reproduzidos os sintomas do paciente.
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Precisão do teste
Este teste apresenta uma sensibilidade de 63% e uma especificidade de 75% no diagnóstico de dor/disfunção nas articulações sacroilíacas.



Laslett M, Aprill CN, McDonald B, Young SB. "Diagnosis of sacroiliac joint pain: validity of individual provocation tests and composites of tests." Man Ther. 2005 Aug;10(3):207-18.

Teste de abdução resistida da lombar

Descrição
Este teste pretende avaliar se a articulação sacro-ilíaca ou a anca estão na origem da dor do paciente.
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Técnica
O paciente está de barriga para cima, com a perna testada estendida e abduzida a cerca de 30º. O examinador resiste a abdução. Produção de dor lombar é considerado um teste positivo e é indicativo de dor proveniente da articulação sacro-ilíaca.
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Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 87% e uma especificidade de 100% na avaliação da disfunção da articulação sacro-ilíaca.



Teste de instabilidade lombar

Descrição
Este teste é utilizado para avaliar a probabilidade de um doente responder positivamente a um programa de estabilização da coluna vertebral.
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Técnica
Com o paciente deitado de bruços, com as pernas totalmente fora da marquesa, o fisioterapeuta aplica uma pressão posterior para anterior na coluna lombar. O paciente, então, levanta as pernas do chão. O examinador aplica pressão contra a coluna vertebral lombar novamente. A dor é registada inicialmente após a pressão e mais uma vez após as pernas do paciente estarem levantadas. O teste é considerado positiva se o paciente tem dor com pressão na posição de repouso, e a dor diminui na posição activa.
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Precisão do teste
Este teste tem uma sensibilidade de 72% e uma especificidade de 58% na previsão de sucesso de uma programa de exercícios de estabilização lombar em casos de dor lombar.