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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Síndrome postural


A síndrome postural é uma condição bastante comum que afecta sobretudo a parte superior das costas e o pescoço. Normalmente, a coluna vertebral deverá apresentar 3 curvaturas (chamadas curvaturas fisiológicas):
  • Lordose lombar: curvatura com a face anterior convexa
  • Cifose torácica: curvatura com a face anterior côncava
  • Lordose cervical: curvatura com a face anterior convexa

Na síndrome postural observa-se um exagero da cifose torácica. Geralmente, uma curvatura normal apresenta medidas entre os 30 a 35°. Um aumento excessivo da cifose, que poderá levar a uma síndrome postural, apresenta valores superiores a 35 °. Esta alteração leva a uma anteriorização da cabeça, colocando sob maior pressão os músculos extensores da coluna cervical. Também os ombros estarão baixos “enrolados” para a frente, levando a uma retracção dos músculos peitorais.
Muito raramente ocorrerá um apagamento da lordose lombar, com a rectificação da região do fundo das costas. É mais comum um exagero desta curvatura, acompanhando o padrão da curvatura torácica e cervical.
As alterações que levam a uma síndrome postural poderão ser de origem:
  • Funcional (alteração que consegue corrigir voluntariamente através da contracção muscular) é a forma mais comum, surge sobretudo em indivíduos altos. Pode ser devida a má postura na escola/trabalho ou a um contexto de tensão emocional.
  • Estrutural (alteração que não consegue corrigir, mesmo através da contracção muscular) deve-se a um problema estrutural como a doença de Scheurmann, a osteocondrite dos corpos vertebrais, a espondilite anquilosante, a artrite ou reumatismo.


Sinais e sintomas/ Diagnóstico

  • Sensação de ardor ou dor na parte superior das costas e pescoço.
  • A dor é agravada por estar em ou sentado por longos períodos de tempo, especialmente quando inclinado para a frente.
  • Nos adultos é comum a dor lombar, no adolescente é mais visível a má postura, que se apresenta com ou sem dor
  • O exame físico geralmente revela uma cifose rígida acentuada
  • Cifose é aumentada com a flexão e incompletamente corrigida pela extensão da coluna
  • Poderá observar-se um aumento da lordose lombar, da rotação anterior da pélvis e um encurtamento dos músculos isquiotibiais
  • A lordose lombar deve ser cerca de 30o maior que a cifose torácica
  • 30% dos pacientes terão associada escoliose de grau leve.

Uma boa avaliação, incluindo uma história clínica e avaliação postural são geralmente suficientes para diagnosticar uma síndrome postural. Nos casos mais graves e estruturais deverá ser efectuado um raio-X completo à coluna vertebral de forma a ser possível fazer a medição exacta da deformidade.

Tratamento

O diagnóstico precoce ajuda a prevenir a progressão da deformação, e o tratamento será administrado de acordo com o grau de deformidade. É importante perceber, entretanto, que a correcção da má postura leva tempo. Trata-se de um plano de tratamento composto por exercícios, alongamentos, mobilizações, bem como correcção postural contínua, em que a participação activa do paciente será fundamental.

Para as síndromes posturais funcionais:
  • Exercícios para fortalecer os músculos paravertebrais, abdominais e glúteos
  • Massagem para relaxamento das estruturas encurtadas
  • Uso do espelho durante os exercícios, e reforço positivo das correcções posturais efectuadas
  • Mobilização global da coluna vertebral, exercícios de correcção postural, como RPG e Pilates poderão ser benéficos para manter os resultados ao longo do tempo.
  • Alongamento dos músculos isquiotibiais, abdominais e diafragma.
  • Exercícios respiratórios, especialmente respiração diafragmática e respiração costal lateral são ensinadas ao paciente.
  • Além disso, o paciente deve fazer um esforço consciente para trabalhar, corrigir e manter a postura adequada.
  • Aconselhamento sobre ergonomia no local de trabalho


Quando a deformação é grave ou é originada por uma alteração estrutural:
Para além do tratamento descrito acima, poderão ser considerados:
Meios de suporte vertebral
Hoje em dia existem vários materiais que oferecem maior versatilidade e facilidade de manuseio. Os coletes utilizados têm efeito sobretudo a evitar o agravamento da curvatura.
Existem dois tipos principais de aparelhos. Os feitos por medida e os feitos a partir de um molde pré-fabricado. Ambos devem ser seleccionados para cada paciente em específico. Para ter o efeito pretendido, os coletes devem ser usados todos os dias pelo número de horas prescrito pelo médico.
Colete Milwaukee - Os pacientes podem usar este colete para corrigir qualquer curvatura na coluna vertebral. Este colete inclui um suporte no pescoço.
Órtese Toracolumbosacral (TLSO) - Os pacientes podem usar esta cinta para corrigir curvaturas cujo ápice é está abaixo da oitava vértebra torácica.
Cirurgia
O procedimento cirúrgico para o tratamento da cifose estrutural poderá envolver tracção durante várias semanas. Em alguns casos, enxertos ósseos poderão ser necessários para manter a correcção. Também se poderá optar pela fusão de 2 ou mais vértebras com o implante de varas metálicas para manter o correcto alinhamento da coluna após a cirurgia. Este tipo de intervenções envolve vários meses de recuperação.

Exercícios terapêuticos para as síndromes de deficiência postural

Os seguintes exercícios são geralmente prescritos durante a reabilitação de uma síndrome de deficiência postural. Deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia e apenas na condição de não causarem ou aumentarem os sintomas.




Flexão/extensão da coluna vertebral
De joelhos, apoiado nas palmas das mãos, que estão alinhadas com os ombros. Inspire fundo, enquanto deixa a coluna arquear em direcção ao chão e roda a cabeça para a frente. Expire completamente, enquanto contrai os abdominais e enrola a coluna e pescoço.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.





 


Correcção postural da cervical e ombros
Em pé ou sentado, rode os ombros para trás e para baixo, enterre o queixo e imagine que tem uma linha a puxar-lhe o topo da cabeça. Mantenha esta posição durante 20 segundos.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.




Antes de iniciar estes exercícios você deve sempre aconselhar-se com o seu fisioterapeuta.

sábado, 13 de abril de 2013

Síndrome de T4



 A região da coluna torácica é composta por 12 vértebras e costelas com as respectivas articulações, que proporcionam a estabilidade da coluna torácica. Na coluna vertebral, a carga compressiva em T1 é de aproximadamente 9% do peso corporal, aumentando para 33% em T8 e 47% em T12.
A síndrome do T4 é um conjunto de sintomas que inclui parestesias dos membros superiores e dor com ou sem sintomas no pescoço e parte superior do torax. A mobilização de T4 e algumas vértebras adjacentes deverão reproduzir ou eliminar os sintomas. Na realidade, a síndrome de T4 deveria ser chamado de "síndrome torácica superior", pois os sintomas nem sempre derivam apenas de T4.

As causas desta síndrome ainda não são consensuais, no entanto existem duas possíveis explicações para o seu aparecimento:

Devido a hipomobilidade deste segmento torácico, causado por alterações posturais.
Devido a alterações nos gânglios autónomos do sistema nervoso simpático da região torácica, causadas por disfunções da coluna torácica. Assim, a disfunção do sistema nervoso simpático, na região de T4 pode resultar em dor referida na cabeça, pescoço, membros superiores, tórax e membros superiores.
As mulheres na faixa etária de 30-50 anos de idade são quatro vezes mais propensas que os homens de desenvolver esta condição. Actividades como a elevação de pesos, a flexão excessiva da coluna, movimentos com os membros superiores acima da cabeça, longos períodos sentado ou com má postura podem agravar esta condição.
 

Sinais e sintomas/ Diagnóstico

  • Parestesia, sobretudo nas mãos e antebraço, que pode ser unilateral ou bilateral.
  • Fraqueza, perda de destreza manual,  
  • Sensação de frio nas mãos e antebraço 
  • Dor vaga e profunda nos membros superiores, que se pode estender ao pescoço.
Uma boa avaliação, incluindo uma história clínica e um exame da coluna vertebral são geralmente suficientes para o diagnóstico de uma síndrome de T4. A palpação das vértebras de T2 a T7 frequentemente revelará sensibilidade local, hipomobilidade, podendo reproduzir os sintomas. Um exame neurológico minucioso também deve ser realizado para descartar qualquer envolvimento neural.

Tratamento


A maioria dos pacientes com uma síndrome de T4 responde bem a um tratamento adequado de fisioterapia. No caso de o problema ser de origem articular uma melhoria dos sintomas deverá ser observada longo nos primeiros dias, nos problemas de origem neural esta melhoria poderá demorar 2-3 semanas. O tratamento deverá incluir:

  • Mobilização e manipulação articular, com o objectivo de realinhar a articulação e de lhe restaurar a normal mobilidade. Devem ser realizadas por profissionais experientes e apenas após a confirmação do diagnóstico.
  • Mobilização global da coluna vertebral, exercícios de correcção postural, como RPG e Pilates poderão ser benéficos para manter os resultados ao longo do tempo.
  • Electroterapia: correntes interferenciais e ultra-som na região dos ligamentos posteriores da articulação, com o objectivo de controlar a inflamação.
  • Exercícios respiratórios, especialmente respiração diafragmática e respiração costal lateral são ensinados ao paciente.
  • Além disso, o paciente deve fazer um esforço consciente para trabalhar, corrigir e manter a postura adequada.
  • Aconselhamento sobre ergonomia no local de trabalho



Exercícios terapêuticos para a síndrome de T4


Os seguintes exercícios são geralmente prescritos durante a reabilitação da síndrome de T4. Deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia e apenas na condição de não causarem ou aumentarem os sintomas.

Adução das omoplatas

Em pé ou sentado, com os cotovelos dobrados. Puxe os ombros e cotovelos para trás e para baixo. Mantenha a posição durante 8 segundos. Retorne lentamente à posição inicial.

Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.









 


Extensão da coluna torácica

Sentado, com as mãos atrás da cabeça. Inspire fundo enquanto roda os cotovelos para fora e alonga o tronco nas costas da cadeira. Expire lentamente, retornando à posição inicial.

Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.








Alongamento da cadeia posterior

Sentado, com os braços atrás da cadeira, estique lentamente a perna puxando a ponta do pé para si. Mantenha a posição durante 8 segundos. Repita com a outra perna.

Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.









Antes de iniciar estes exercícios você deve sempre aconselhar-se com o seu fisioterapeuta.





sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Escoliose


A coluna vertebral como um todo deve estar alinhada na vertical. Normalmente, quando olhar para alguém de lado, verá três ligeiras curvas - uma no pescoço, uma no tórax e uma na região lombar. Se olhar para essa pessoa de costas a coluna não deve apresentar qualquer curvatura. Se a coluna apresentar uma curvatura para o lado, esta será chamada de escoliose.
Essa curvatura poderá orientar-se para a direita ou para a esquerda e variar em gravidade desde muito leve e quase imperceptível a grave.
A escoliose poderá localizar-se na parte inferior da coluna (a curva lombar), na parte média da coluna (a curva torácica) ou ir desde a parte inferior à superior (a curva toracolombar). Em alguns casos para além da curvatura primária existe outra que é normalmente adquirida como forma de compensação, e faz com que o conjunto apresente uma forma de S.
Estas curvaturas poderão ser classificadas em:
  • Escoliose funcional ou postural: a coluna é estruturalmente normal, mas parece curvada por causa de outra disfunção, como diferença no comprimento das pernas, ou espasmos musculares nos músculos das costas. A curva é geralmente leve e muda ou desaparece quando a pessoa se inclina para os lados ou para a frente.
  • Escoliose estrutural: Nestes casos, a curvatura é fixa e não desaparece quando a pessoa muda de posição. Existem diferentes tipos:
  • Idiopática. Isto significa que a causa não é conhecida. Mais de 8 em cada 10 casos de escoliose são idiopáticos.
  • Neuromusculares. Isto significa que a curvatura é causada por uma condição que afecta os músculos e nervos das costas. Por exemplo, pode ocorrer em alguns casos de distrofia muscular, poliomielite, paralisia cerebral, ou neurofibromatose. Cada uma dessas condições tem outros sintomas e problemas, para além da escoliose.
  • Lombar degenerativa. Resultado da degeneração assimétrica da coluna vertebral.
  • Congénita. Isto significa que a coluna não formou correctamente durante o desenvolvimento do bebé no útero.

A escoliose idiopática é sem dúvida a mais frequente e pode ocorrer em qualquer fase da infância. Não se sabe como ou por que ela se desenvolve. Não é devido à má postura e estudos demonstram que o seu aparecimento não poderá ser evitado. É mais comum durante as fases de crescimento mais rápido, na adolescência, entre os 10-12 para as raparigas e os 11-16 para os rapazes. Cerca de 1 em cada 40 crianças têm algum grau de escoliose. A escoliose leve afecta em igual número rapazes e raparigas. No entanto, a escoliose moderada ou grave, é mais comum em raparigas.

Sinais e sintomas/ Diagnóstico

Na maioria dos casos o aparecimento da escoliose é gradual e indolor.
A escoliose pode causar dor leve e desequilíbrio muscular. Se a escoliose se torna mais severa, pode provocar alterações mais visíveis. Isto ocorre quando a coluna vertebral sofre uma curvatura acentuada para o lado, puxando as inserções musculares, ligamentares e das costelas, fazendo com que:
  • Se a escoliose for na região torácica, as costelas e omoplata formam uma protuberância num dos lados das costas.
  • Se a escoliose for na região lombar, provoca uma rotação anterior da pélvis e pode parecer que uma perna é maior que outra.
  • Se a escoliose se tornar grave e não for tratada, pode causar problemas como por exemplo, dor persistente nas costas e pode desencadear problemas respiratórios ou cardíacos se a deformidade na região torácica for muito grave.

Uma boa avaliação, incluindo uma história clínica, exame da coluna vertebral e exame neurológico são necessários para ajudar ao diagnóstico de uma escoliose. A escoliose é geralmente perceptível quando se abaixa, notando-se que um dos lados do tronco fica mais elevado que o outro. No entanto, muitas vezes uma escoliose de grau leve a moderado pode desenvolver-se sem ser percebida pela criança ou pelos pais. Isso prende-se com o facto de se desenvolver durante a adolescência, em que as crianças se tornam mais auto-conscientes e é mais raro os pais observarem a criança sem roupa, de forma a poder identificar o problema.
A confirmação do diagnóstico pode ser feita através de um raio-X à coluna que irá permitir medir o grau de curvatura.

Tratamento

A escolha do tratamento irá depender de factores como a idade da pessoa, se está em fase de crescimento, a gravidade da curvatura, a localização exacta da escoliose e a probabilidade de que ela vir a agravar.
Para as escolioses leves a moderadas, o objectivo do tratamento é impedir o agravamento da curvatura. Para escolioses mais graves o tratamento indicado é a cirurgia para estabilizar a coluna vertebral. As opções de tratamento incluem:
Acompanhamento e exercícios específicos:
A maioria das escolioses de grau leve não precisa de tratamento. No entanto, um médico ortopedista poderá fazer revisões periódicas para se certificar de que a escoliose não piora ao longo do tempo. Poderá também aconselhar exercícios específicos para cada caso (dando a indicação ao fisioterapeuta do ângulo e localização exactos da curvatura).
Na elaboração do plano de exercícios é importante ter em conta:
  • A escoliose é um problema de assimetria. Para restaurar a simetria é necessário o uso de exercícios assimétricos em conjunto com o suporte adequado.
  • Alongamento dos músculos retraídos é desejável, mas a flexibilidade global da coluna vertebral não o será.
  • É melhor ter rigidez na melhor posição possível do que ter muita flexibilidade das costas.
  • Uma má avaliação ou um plano de exercícios mal estruturado irá provocar um agravamento do desequilíbrio muscular e consequentemente um aumento da instabilidade da coluna, pelo que os exercícios deverão sempre ser orientados por um fisioterapeuta.

Meios de suporte vertebral:
Hoje em dia existem vários materiais que oferecem maior versatilidade e facilidade de manuseio, no entanto, os princípios básicos para o uso de suportes vertebrais permanecem com poucas alterações: Obter o melhor alinhamento possível; permitir a expansão na área de concavidade, aplicar pressão na área de convexidade conforme tolerado, sem provocar efeitos adversos ou desconforto. Os coletes utilizados têm efeito sobretudo a evitar o agravamento da curvatura durante o crescimento da criança e pouco efeito correctivo.
Existem dois tipos principais de aparelhos. Os feitos por medida e os feitos a partir de um molde pré-fabricado. Ambos devem ser seleccionados para cada paciente em específico. Para ter o efeito pretendido, os coletes devem ser usados todos os dias pelo número de horas prescrito pelo médico até a criança parar de crescer.
Colete Milwaukee - Os pacientes podem usar este colete para corrigir qualquer curvatura na coluna vertebral. Este colete inclui um suporte no pescoço.
Órtese Toracolumbosacral (TLSO) - Os pacientes podem usar esta cinta para corrigir curvaturas cujo ápice é está abaixo da oitava vértebra torácica.
Cirurgia
Existem vários tipos diferentes de operação realizada para corrigir a escoliose. A operação é feita com o objectivo de corrigir a curvatura e estabilizar a coluna. Isto é feito através da união de duas ou mais vértebras e do implante de varas metálicas para manter o correcto alinhamento da coluna após a cirurgia. Este tipo de intervenções envolve vários meses de recuperação.

Exercícios terapêuticos para as escolioses lombares

Os seguintes exercícios são geralmente prescritos durante a reabilitação de uma escoliose lombar. Deverão ser realizados 2 a 3 vezes por dia e apenas na condição de não causarem ou aumentarem os sintomas.



Rotação do tronco
Sentado, com os pés apoiados. Cruze as mãos sobre o peito e rode gradualmente o tronco mantendo as costas alinhadas. Repita o movimento para o outro lado.
Repita entre 8 a 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.



Extensão da coluna lombar.
Deitado, com as palmas das mãos apoiadas ao nível dos ombros. Estique progressivamente os braços, olhando em frente. Mantenha a bacia assente no chão. Retorne lentamente à posição inicial.
Repita entre 8 e 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.


Extensão da coluna vertebral
De joelhos, com as mãos alinhada ao mesmo nível dos ombros. Lentamente, levante um braço, e de seguida a perna do lado contrário. Mantenha perna, coluna e braços alinhados. Retorne lentamente à posição inicial.
Repita entre 8 e 12 vezes, desde que não desperte nenhum sintoma.


Antes de iniciar estes exercícios você deve sempre aconselhar-se com o seu fisioterapeuta.


Weiss HR. Spinal deformities rehabilitation - state of the art review. Scoliosis. 2010;5:28.