quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Dicionário Saúde e Fisioterapia

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Reabsorção processo de reabsorver ou estado de ser reabsorvido.
Reação força produzida por, e oposta a uma força atuante; qualquer resposta a um estímulo.
Reação anamnésica produção aumentada e mais rápida de anticorpos perante uma segunda exposição a antígenos, também denominada resposta secundária.
Reação antígeno-anticorpo envolvimento específico de um anticorpo com o mesmo tipo de antígeno que ativou a formação do anticorpo, que tem como resultado a precipitação, aglutinação e neutralização de uma exotoxina.
Reação de ansiedade apreensão incontrolável e desproporcional a qualquer causa externa aparente.
Reação de Arthus reação de sensibilidade intensa e grave produzida no local da injeção de um antígeno num animal que possui anticorpos séricos específicos de precipitação.


Reação de Bence-Jones consiste na coagulação da proteína de Bence-Jones quando se aquece uma amostra de urina de um paciente com proteinúria de Bence-Jones, seguida de sua redissolução ao ferver e nova coagulação ao arrefecer.
Reação de endireitamento resposta motora involuntária a um estímulo, servindo para a manutenção do alinhamento normal da cabeça e do corpo no espaço.
Reação de fixação do complemento reação que ocorre quando se adicionam eritrócitos a uma mistura de antígeno de prova e soro aquecido de um paciente em presença de uma quantidade conhecida e medida de complemento; se o soro do paciente contém o anticorpo, ocorre uma reação antígeno-anticorpo e o complemento é consumido, ou melhor, fixado. Esta prova é a base de muitas reações serológicas para a detecção de infecções, como acontece com a sífilis.
Reação de hipersensibilidade aquela que tem lugar na alergia; reatividade alterada a uma substância que pode dar lugar a reações patológicas ante a exposição à substância em questão.
Reação de Jarisch-Herxheimer reação inflamatória induzida às vezes por arsfenamina, mercúrio ou antibióticos no tratamento da sífilis. Acredita-se que seja devida à libertação de antígeno treponémico. É também conhecida como reação de Herxheimer.
Reação de Pandy trata-se de uma prova qualitativa e quantitativa para detectar a presença de proteínas no líquido cefalorraquidiano; também denominada prova de Pandy.
Reação de Prausnitz-Kustner reação que se produz quando se injeta soro sanguíneo de uma pessoa alérgica na pele de um indivíduo não alérgico, seguida da injeção de antígenos (48 horas mais tarde) aos quais o doador é alérgico.
Reação de procura (Rooting) produz-se quando o bebé experimenta movimentar a cabeça de um lado para outro em resposta a um toque no lado da boca.
Reação de Schultz-Charlton empalidecimento do exantema escarlatinoso no local da injeção intracutânea do anti-soro da escarlatina; também denominada fenómeno de extinção Schultz-Charlton.
Reação de Schultz-Dale contração de um músculo liso produzida in vitro quando se aplica um antígeno no músculo distendido de um animal sensível.
Reação de transfusão termo geral que designa uma grande variedade de reações imunitárias e não imunitárias, como, por exemplo, a hepatite, que aparecem durante ou após uma transfusão de sangue total ou seus derivados. A reação de transfusão imunitária pode ser provocada pela destruição dos eritrócitos por parte de anticorpos presentes no sangue do doador ou do receptor, ou por uma reação dos leucócitos infundidos.
Reação de Voges-Proskauer reação química utilizada para detectar a presença do acetilmetilcarbinol, produzido por determinadas bactérias.
Reação de Widal reação de aglutinação utilizada para o diagnóstico da febre tifóide.
Reação dissociativa aquela que é caracterizada por uma conduta dissociada, com amnésia, sonambulismo, estados oníricos etc.
Reação endergónica aquela que necessita de gastos de energia, como, por exemplo, certas sínteses biológicas.
Reação exergónica aquela que libera energia, como acontece com certos processos catabólicos.
Reação falso-negativa reação negativa errónea; reação negativa que se produz em presença do estado que se pretende detectar.
Reação falso-positiva reação positiva errónea; a que se produz na falta do estado que se intenta detectar.


Reação positiva de suporte suporte de peso nos membros inferiores, extensão contra a gravidade. Preparação para mais tarde ficar em pé e andar.
Reações associadas aumento anormal de tónus numa parte do corpo, como resultado do esforço de outra parte, que geralmente é menos afetada ou não afetada. Essas reações estão associadas à espasticidade e são vistas como um movimento na criança com espasticidade severa. Por exemplo, ao utilizar o seu lado não afetado a criança hemiplégica pode mostrar um aumento de espasticidade no lado afetado, que mais parece um movimento; quando a criança diplégica usa os membros superiores pode apresentar um aumento de tónus nos membros inferiores.
Reações de endireitamento aquelas que estão envolvidas com o alinhamento, controlo de cabeça e de tronco, e com a rotação sobre o eixo do corpo. Elas são vistas no bebé em desenvolvimento.
Reações de equilíbrio ajustes para as alterações na orientação do corpo no espaço, como endireitar a cabeça e o tronco contra a gravidade quando ocorre inclinação.
Reações de proteção provêm a última etapa de defesa no sistema nervoso central maduro e um elo entre as reações de equilíbrio e de endireitamento durante o movimento.
Reações posturais respostas de endireitamento, equilíbrio e proteção, que não só protegem o lactente, mas também conduzem a uma variedade de movimentos e habilidades.
Reações protetoras respostas de proteção que ajudam o lactente a aprender como se proteger de quedas e a apoiar o peso nos membros superiores e membros inferiores, na preparação de posições mais eretas e da mobilidade.
Reanimação cardiopulmonar conjunto de manobras que tendem à recuperação da ação normal do coração (massagem cardíaca + ventilação pulmonar).
Recalcificação restabelecimento do teor normal de cálcio em tecidos que o haviam perdido.
Recanalização processo de recanalizar, como acontece, por exemplo, num vaso sanguíneo após uma obstrução trombótica.
Receptor articular classe de receptores sensoriais que detecta os eventos relacionados com a articulação.
Recessivo o oposto de dominante; em Genética, o que não se expressa se não está presente em ambas as séries de cromossomas (homozigoto).
Recidiva reaparecimento de uma doença depois de um período de convalescença ou de um intervalo assintomático.




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